segunda-feira, 30 de setembro de 2013

Outro caso de EMC que se confunde com causos - FANTASMAS ASSOLAM MONITORES DE PC´S !

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FANTASMAS ASSOLAM MONITORES DE PC´S !

Este caso ocorreu cerca de seis anos atrás, quando fui contratado como consultor por uma Empresa de Infra-estrutura de Cabeamento Estruturado.
Eles tinham realizado uma obra numa empresa de cobrança e suporte de telemarketing. Realizaram uma ampliação de informática no segundo andar da edificação. O problema era que o dindim deles estava retido por um problema que ocorria com todos monitores dos PC´s do segundo andar, obra que eles tinham realizado.
Chegando ao local para fazer um levantamento de campo, deparei com o dito fantasma.
Nas telas do Pc´s corria uma larga faixa esbranquiçada, lentamente do canto esquerdo em direção ao direto prejudicando a visão dos servidores.
A hipótese de todos era que o problema seria gerado por um No-break da APC que compraram para o referido andar.
Fiz algumas medições, inclusive com osciloscópio e descartei qualquer possibilidade da origem ser do No-break mais, a direção técnica da empresa não me levou a sério de forma que marquei uma nova visita com possibilidade de desligar todo sistema.

Marcado o dia, me deram o período das 12:00 hs até as 14:00 com todo CPD desligado.
Coloquei um filtro RC na mesma tomada que alimentava determinados PC´s e nada de interferir ou alterar a forma do fantasma. Então, retirei o No-break de 3 Kva do Térreo e levei para o segundo andar fazendo as trocas entre os equipamentos. E nada, os fantasmas continuavam ali tirando sarro da minha cara. Vi nas imediações uma enorme antena de rádio de uma empresa de construção, será ? Mas ela estava desativada .
Volto para o prédio pois já estava chegando perto da hora de reativar o sistema, quando de um dos vários janelões do segundo andar tenho uma visão clara e sem obstáculos do Aeroporto Salgando Filho, foi quando uma lâmpada acendeu em cima da cabeça.
“ Era uma interferência dos sistemas de rádios, navegação e radar do aeroporto” . 

Como solução sugeri duas alternativas, colocar uma fina tela metálica em frente as janelões aterradas ou instalar cortinas de alumínio de preferência aterradas.

De onde tirei esta ideia é outra história que conto depois de um caso ocorrido na Embratel S.Paulo em 1975.

J.A.

sexta-feira, 27 de setembro de 2013

Toque de humor 11 - Antena entupida

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Causo Antena Entupida!


Esta foi contada pelo Tio Lima, que trabalhava na AEG Telefunken - Dpto. de Telecomunicações. Ele ficou lotado no setor que trabalhava com rádios militares, naval e corporativo.
Certa ocasião numa prova de mar no Rio de Janeiro. Já se passava 3 dias que o Navio andava em alto mar e toda equipes técnicas e de treinamento já tinham concluídos seus trabalhos e, somente a equipe do fornecedor do radar estava com problemas que pareciam insolúveis. Ele observou que o pessoal técnico ,parecia ter pouca experiência. Indagou o que estava ocorrendo. Disseram que as medições na saída do transmissor estavam corretas, mas quando conectavam o guia de ondas à antena a potência caia acentuadamente e já tinham trocado a ponta da antena radar ,inclusive.

Foi então que o Lima pensou e disse;
- Hei.. pessoal !
 - O guia de onda só pode estar entupido.
 Os caras olharam com aquela cara de que o interlocutor não entende nada e mandaram nosso amigo passear.
Passado mais um dia e sem mais nada  a fazer, resolveram desconectar o guia de onda num ponto em que fazia voltas. Foi aí que uma verdadeira cachoeira dágua caiu em cima deles.
 Mas tarde, envergonhados pediram desculpas por não terem aceito a dica. Concluíram , posteriormente, que a água tinha entrado nos guias de onda quando faziam montagem no estaleiro e naquele período tinha chovido a noite.

Mais outro causo daqueles!!!


J.A.

quinta-feira, 26 de setembro de 2013

DEFEITOS PROVOCADOS O TERROR DOS TÉCNICOS

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Este assunto se confunde entre assuntos técnicos e causos ou histórias engraçadas.

Muitas intervenções técnicas têm por causa, defeitos provocados de forma involuntária ou até mesmo de forma premeditada. Para as duas situações, muitas vezes é de difícil diagnóstico e os reparos podem se estenderem por longo tempo, gerando desgastes, desconfianças,custos de toda ordem e muitas vezes perda de confiança junto ao cliente final.
Aqui vou contar o primeiro caso sobre o tema, considerando defeito provocado de forma intencional.


 CASO 1- TELEPAR AMPLIAÇÃO CENTRAL DE GUARAPUAVA


Quando realizava a ampliação da central de Guarapuava, adicionando mais dois retificadores de 400 A e dois conversores aditivos de 400 A ao sistema, um defeito provocado intencionalmente em fábrica, apos os testes de aceitação,fez com que um dos conversores,apresentasse a queima de dois braços do módulo de potência. Como mostra a foto, estes conversores tinham 16 transistores por braço (total de 64, num sistema de chaveamento em ponte) e mais os 4 do driver.


Imagine a minha surpresa, após todos os testes preliminares padrão e quando fui energizar a potência, era só fusível queimando.Após constatar e identificar quais apresentavam defeito, retirei transistores dos outros braços e com alguns sobressalentes, montei 50% do módulo para testes. Utilizando osciloscópio, medi todo o pulso e sinais de controle da eletrônica, troquei a placa de controle pela do outro conversor. Cheguei até a medir os sinais chegando em cada braço entre bases e emissores, tudo perfeito. Curto contra massa não existia, tinha sido os primeiros testes de aceitação, isolação e rigidez dielétrica.
Fomos testar a potência , para que!? 
Queimou os dois braços novamente. Sem mais o que fazer fiquei passeando pela região enquanto aguardava a chega deste grande estoque de 182 T2 ou 109 T2 e às vezes o 2N3055 he.he.he
Já há quase 1 mês na cidade, chegam às peças. Resolvo então bater um papo com um colega do laboratório de desenvolvimento, o Luiz Soares.
O Luiz me disse;
- J.A. isso parece sacanagem. Esse tipo de falha acontece em fabrica quando o enrolamento do trafo de driver estava invertido o sentido de polarização, dá uma olhada se as identificações estão corretas e suas numerações.
-Respondi, tudo perfeitamente, inclusive as interna .
- Então J.A. se alguém aprontou esta sacanagem, fazes o seguinte: 
Solta toda fiação que chega ao trafo de driver e pega uma pilha e liga o negativo dela no comum do primário, e o positivo da pilha, fica cutucando no positivo do primário, como um chaveador. Antes,pega o multitester analógico,em resistência ôhmica, coloca o negativo no enrolamento secundário comum, correspondendo ao emissor e o positivo no correspondente a base dos transistores de potência. Ao cutucar no pólo positivo da pilha, o multitester marcar positivo mais se ele der um contra aí esta o pepino.
Não deu outra, os enrolamentos internos do trafo de driver daqueles dois braços estavam invertidos, ou seja, o ponteiro do multitester quase grudou no batente antes do zero He.he.he.
Confesso se não fosse o Luiz nunca teria descoberto esta pilantragem. O Luiz era daqueles auto- didata que beirava a genialidade, sem contar a pessoa boníssima e espetacular que era e deve continuar sendo, aposentado no interior de S.Paulo.
Nunca descobri quem foi o filho de uma mãe que aprontou esta.
J.A.

segunda-feira, 23 de setembro de 2013

Toque de humor 10 - Deixa o gaúcho quieto!

Quando comecei minhas atividades profissionais na Saturnia em 75, logo em seguida chegou outro gaúcho, o Telmo.
Estávamos em treinamento na fábrica, em preparação para os trabalhos de campo que nos esperava na Assistência Técnica.
Eu já estava designado para a Telepar - PR e o Telmo para Fontes Embratel em todo Brasil.

Certa ocasião no intervalo do café, todos técnicos se reunião por 15 minutos num reservado na fábrica . Chegou um cara grandão, com um corte no rosto. Não tinha bom aspecto. Soubemos que seu nome era Valdir (o Valdirzão). Em dado momento, ele começou a olhar par o Telmo.

"O Telmo se vestia como o Travolta. Calça justa,boca de sino, camiseta aberta no peito mostrando os pelos, boa cabeleira, sapato de plataforma e sotaque dos pampas".

Foi então que o Valdirzão se dirigiu a nós e perguntou;

-Quem é o Telmo ?
- Sou eu respondeu o Telmo, porque ?
- O gaúcho, você não cata sabonete em banheiro de homem?
O Telmo corou, parecia que queria pular no homem, mas o tamanho do outro lado impedia. Todavia se sai muito bem.
- Eu pego sim! Pego o pinto cravo no sabonete e entregue a quem pediu!
O Valdirzão deu um sorriso e disse que bom! A turma toda ficou em silêncio, olhando ora pra um ora pro outro.
Valdirzão não falou mais nada e sorrisos irônicos surgiram no rosto da equipe técnica de fabrica.
No meio dia, passamos na Assistência Técnica para conversar com nossa chefia. E o Telmo parecia que ia explodir de raiva e queria reclamar do Valdirzão. 
Mas aí o chefe disse :
- O gaúcho, você vai viajar daqui a dois dias com o Valdir!
O Telmo engasgou, perdeu a brabeza e como se não tivesse acontecido nada foi conversar com o Valdirzão.
Se tornaram grandes amigos depois.

Nosso amigo se sai muito bem colocando todos no lugar e de forma que respeitasse os dois gaúchos novos.

Bons tempos!

sábado, 21 de setembro de 2013

Cresce a quantidade de users reclamando de chiados e ruídos em fontes de PC´s.

Em fóruns técnicos, cresce o numero de reclamantes com relação a ruídos e chiados estranhos e de forma aleatória em fontes de PC´s.

Num destes fóruns, um deles disse que tinha descoberto que só ocorria quando alguém estava utilizando o chuveiro.
Eu e outros consultores perguntamos se o chuveiro era controlado por dispositivo eletrônico. A resposta foi afirmativa.
Diante disso, recomendei utilizar um filtro de linha tipo passa baixo, alguns disponíveis no mercado.

Mas o que estaria ocorrendo então?

Acontece que, chuveiros eletrônicos e duchas de maior potência têm vindo com um dispositivo de controle, tipo Dimer vide foto abaixo.
Este dispositivo acaba gerando uma série de harmônicos e ruídos de comutação indesejáveis ao fazer a correção no nível de tensão, como indicado abaixo.



Estes ruídos elétricos poderão se estender ao ar e interferir em rádios AM, interferir na imagem das TV´s e também nos PC´s.

Em principio nada indica que os equipamentos terão algum problema maior a não ser do incomodo já citados.
A solução seria instalar um filtro como este feito por outro user e mostrado no Adrenaline.
Uma régua com basicamente filtros de sobre-tensão.
Instalou um LC em série com alinha, formando um simples filtro passa baixas atenuando muito este tipo de ruídos elétricos.





Obviamente que o melhor seria construir um filtro bem calculado como este outro aqui indicado neste endereço eletrônico.

Um filtro que combina duas funções importantes, proteção contra sobre-tensão e contra ruídos elétricos (FMI/EMI)

Espero ter contribuído com mais esta informações, assunto cada vez mais corriqueiro no dia a dia.

J.A.

quinta-feira, 19 de setembro de 2013

Toque de humor 9 - MINEIRINHOS EM APUROS...

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CAUSO - MINEIRINHOS EM APUROS

Este causo ocorreu quando a ABB resolveu instalar regionais de service por varias partes do País. A de Minas era junto com o Rio, de altíssima importância, pois junto foi construída uma oficina para reparos de motores e máquinas rotativas. Também foi designado dois Eng. Eletrônicos para cuidarem de serviços ligados ao seguimento.
Os dois assumiram então, a manutenção do (2x No-break´s de 250 kVA, 2 bancos de 182 elementos de baterias e Chave estática geral do sistema) contrato com o Bco. Do Brasil de BH que possuía um sistema de 500kva, formado por duas máquinas de 250kva.

Nota: Sistema que fora comissionado pelo J.A.

Depois de dois anos, já treinados nas preventivas e feitos algumas corretivas com o suporte de S.Paulo, finalmente ocorreu uma falha grave em uma das máquinas. Ela se desligara com falha no inversor e apresentava um fusível aberto em uma das gavetas inversoras trifásica.
Os nossos amigos, desligaram todo equipamento, deixaram a carga somente pela outra unidade. Retiraram a gaveta defeituosa fizeram medições com multitester e nada de anormal encontraram. Resolveram então, medirem os pulsos de comutação oriundos da eletrônica de controle .
Calmamente, enfiaram um dispositivo padrão que libera toda eletrônica mesmo com a máquina desligada e fizeram suas verificações com osciloscópio.
Até ai tudo bem.
Resolveram medirem a referida gaveta ,energizada afim de verificarem a forma de onda e se não voltaria a queimar o fusível. Para isso, abriram os conectores de comando e controle das outras duas fases.
Ligaram as baterias (tensão total= 390 V) , ligaram o Retificador (a tensão total +/- 405 Vdc), tudo beleza, e aí foram até o inversor e pressionaram a botoeira de Starter.
Para que!
O No-break fez um zunido agudo e simplesmente explodiu os fusíveis de Chopper, o fogo se espalhou, o equipamento parecia um lança-chamas jogando pedaços particulados incandescente pra todo lado, o fogo se alastrando por tudo na sala. Os dois mineirinhos estavam iguais "ao moita" escondidos atrás de um armário e gritando muito, foi um fuzuê da porr..., correria no prédio bombeiros, CPD desligado, um horror.

Não precisa nem dizer que sobrou aqui pro marmitão para ir à BH.

Resumindo a história, eles tinham esquecido de um detalhe, estes equipamentos ASEA Antigos, eram Chopperizados (Conversor CC/CC) que corrigiam a tensão de saída, pela variação no link DC, eles tinham que ter desconectados a fiação de comando e controle do Chopper quando fizeram o teste citado acima. O Resultado é que , não encontrando a tensão correta na saída o chopper foi para tensão máxima possível, valores que poderiam ter passado de 550 Vdc em ângulo totalmente aberto.

Ah, vocês querem saber do fogo da explosão e o porquê de tudo aquilo não é?!
O Cliente utilizava fusíveis ultra-rápidos nacionais,os quais não tinham passado nos testes na Suécia justamente por isso. Eles só estavam liberados para uso em AC. A tecnologia de fusíveis para operação em DC é complexa pela alta energia em KA envolvida e necessita que se rompa em vários locais internos alem da sílica especial para extinguirem o arco de grande energia.

Resultado, O pobre J.A.  e um montador da Fabrica foram morar em BH por uns 40 dias He.he.he...
Ah, os mineirinhos sumiram se os encontrarem me avisem he.he.he...

Este é mais um causo daqueles!

J.A.

Afinal, Baterias Seladas tem ou não manutenção


Falando estritamente da bateria, poderíamos dizer que não tem manutenção, no entanto, alguns fatores contribuem para que tenhamos alguns cuidados e revisões periódicas assunto que comentaremos abaixo.
Estamos falando tanto de baterias seladas VLRA como das baterias blindadas imersas em solução aquosa com respiro de alivio de pressão interna. Esta última, embora não seja selada, ou seja, só pode trabalhar em uma posição determinada, também é considerada livre de manutenção. Por exemplo, as automotivas.

As considerações que faço se referem a fatores externos que vão influenciar as condições de uso destas baterias.
Quais seriam estes fatores:

O primeiro; se deve a contaminação externa dos vasos por produtos corrosivos oriundos do processo fabril.
O uso de conectores produzidos para uso elétrico com fina camada protetora poderá ocasionar oxidações nas conexões entre elementos.

O segundo; se refere ao uso de ferramentas inadequadas forçando os bornes. Isso poderá ocasionar pequenas fissuras nas buchas, permitindo a saída de gases internos da bateria. O resultado é vazamentos e oxidações de cabos e conexões.


O terceiro; seria o uso de baterias com muito tempo de armazenamento. O processo de recarga poderá ocasionar sobre-pressão interna gerando pequenas aberturas das válvulas, aliviando gases para o ambiente e umidade sobre as tampas.

O quarto; seriam elementos oriundos de vários lotes e, portanto, desequalizados no processo de carga. A conseqüência seria o mesmo indicado no item 3. É muito comum em bateria menor, ocorrerem o estufamento de alguns elementos trabalhando nestas condições adversas.


O quinto; se refere à fonte. Fornecendo a tensão correta, limitando sua corrente para aquele tipo de bateria. Que possua um ripple dentro das especificações para este uso.
Todos estes fatores poderão encurtar a vida útil das baterias.

O sexto; se refere à temperatura ambiente. Toda bateria foi produzida mediante norma para uma temperatura de 25 graus. Qualquer operação com temperatura muito diferente disso tem que utilizar a tabela de correção de tensão para a determinada temperatura. O uso de temperatura ambiente incorreta é causa de encurtamento da vida útil.

O sétimo; se refere ao grau de uso das baterias. Ciclagem, profundidade de carga, tempo (duração) e freqüência disso. Também um item importante que vai determinar a vida útil da bateria.

O oitavo; se refere a medições periódicas (6 em 6 meses, por exemplo) ou adotar o método de medição pela condutância como dito em tópico anterior. Isso é importante para se verificar se algum elemento esta apresentando defeito interno e por conseqüência valores de medição diferentes do normal. Permite fazer intervenções antecipadas.

Dessa forma como poderíamos resolver algumas questões postas aqui?

Na instalação;
Uma delas seria limpar as novas baterias com uma solução de bicarbonato de sódio. Uma segunda seria o uso de conectores estanhados ou de aço inox, bem como parafusos, porcas e arruelas. O uso de graxa antioxidante ajudaria muito. O uso de ferramentas adequadas e torquímetro para as baterias maiores.

Quanto ao produto;
Procedência idônea.
Baterias que sofreram um processo de recarga antes de sair do distribuidor ou que foram feitos testes de aceitação em fábrica. Que sofreram um processo de medição pela condutância para detectar defeitos internos. São garantias importantes que poderão evitar dores de cabeça no futuro.

Para finalizar, baterias são livres de manutenção, mas nunca devemos nos descuidar de revisões periódicas básicas.

Fonte das fotos: nobreaksenetel.blogspot


J.A.