quinta-feira, 30 de abril de 2015

Missão Rosetta já reescreve a história dos livros de ciência

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Que contribuição está o estudo do cometa 67P a dar para o
 conhecimento científico?
Nesta edição de Space, olhamos com atenção para a 
missão Rosetta e como ela está a mudar a nossa visão do 
universo e da forma como a água terá chegado à terra.
Video :
Vídeo com tradução para o Português neste artigo original:
http://pt.euronews.com/2015/03/26/missao-rosetta-ja-esta-a-reescrever-os-livros-de-ciencia/
"A água deste cometa é completamente diferente da água que temos na Terra."
O 67P Churyumov-Gerasimenko é provavelmente o cometa 
mais conhecido do Sistema Solar.
A sonda Rosetta está a estudá-lo desde o espaço à sua 
volta e a Philae está pousada na sua superfície.
A perseguição do cometa tem sido recheada de surpresas,
 desde a estranha forma do 67P – uma montanha 
sensivelmente com o volume do Monte Branco, nos Alpes – 
aos ressaltos da sonda Philae. E há mais, porque a Philae
 ainda pode voltar a ‘acordar’.
O trabalho em torno da Rosetta é feito um pouco por toda a 
Europa, mas foi aqui, em Berna, na Suíça, que foi feita a
 descoberta mais surpreendente até agora:
Muitos tinham previsto que a água do cometa seria 
semelhante à da Terra, mas estavam enganados:
“Desde cedo, nesta missão, vimos que a água do cometa é 
completamente diferente da água que testamos aqui, em 
laboratório. Isto é uma boa prova que o cometa tem uma 
água diferente da que temos aqui na Terra”, explica Kathrin 
Altwegg, professora de Física na Universidade de Berna.
A análise de dados de outro cometa semelhante tinha
mostrado uma água idêntica à que temos na Terra.
Os resultados substancialmente diferentes obtidos nas 
analises da Rosetta provocaram uma onda de choque na 
comunidade científica.
“É uma verdadeira surpresa. Temos de voltar a estudar tudo 
para tentar perceber como é que a Terra recebeu toda a sua
 água, se não foi do material que chegou dos confins do 
sistema solar”, avança Claudia Alexander, da NASA.
E há outras surpresas:
A superfície do planeta parece ter fendas, rochedos, 
montanhas, crateras e ondulações. Não nos podemos 
esquecer que se trata de um corpo extraterrestre como a 
humanidade não tinha visto até agora.
A excitação é grande no seio da equipa científica da missão 
Rosetta. Todos os dias, a sonda recolhe imagens, poeiras e 
gases no seu voo ao lado do cometa.
E toda a equipa está a postos para o caso da Philae dar 
sinais de vida, o que iria permitir gigantescos avanços 
científicos.
A Rosetta e a Philae partiram em 2004 para apanhar um 
cometa. Os dados que recolhem, mais de uma década 
depois, estão a reescrever o nosso conhecimento sobre a 
formação do sistema solar de uma forma surpreendente.
Recentemente uma outra reportagem a respeito do próximo 
momento em que o robô  Philae será acordado.



Cometa 67P não tem magnetismo e isso leva-nos até aos primórdios do sistema solar


A descida acidentada do File até ao cometa ajudou na medição do seu campo magnético ESA
Enquanto o já famoso cometa 67P/Churiumov-Gerasimenko se aproxima do Sol, o manancial de dados recolhidos pelos instrumentos da sonda da Agência Espacial Europeia (ESA), aRoseta, e do seu robô, o File, continuam a ser analisados. O objectivo é desvendar a geologia daquele cometa, as suas origens e observar a sua actividade à medida é aquecido pelo Sol. Tanto aRoseta, que se encontra em órbita do cometa, como o File, que aterrou nele em Novembro último, têm instrumentos para medir o seu magnetismo, uma força que pode ter sido fundamental para a atracção da matéria no início do sistema solar, e que permitiu o nascimento dos planetas e outros astros.
Mas as medições feitas pelos dois aparelhos espaciais não encontraram magnetismo no 67P, segundo um artigo publicado nesta terça-feira na edição online da revista Science. Se as características físicas deste cometa forem representativas da população de cometas do sistema solar, então estas conclusões sugerem que o magnetismo foi menos importante para a formação dos astros do que se pensava.
O artigo da Science começa por dizer que a cauda de gases e poeiras libertadas pelos cometas, durante a sua aproximação do Sol, têm quantidades importantes de ferro. Por isso, o ferro faz parte da composição dos cometas.“Até 1% do conteúdo de ferro pode estar presente na forma de magnetite”, explica o artigo de Hans-Ulrich Auster, da Universidade Tecnológica de Brunswick, na Alemanha, e colegas. E a magnetite é o mineral por excelência do magnetismo. Por isso, os cientistas tentaram observar esta assinatura no cometa e fizeram-no durante a impressionante aterragem do File no 67P, a 12 de Novembro.
Depois de dez anos de viagem, a sonda Roseta chegou finalmente aos arredores do núcleo do cometa em Agosto último, quando o 67P estava entre a órbita de Marte e Júpiter (em Agosto próximo, o cometa vai fazer a aproximação máxima do Sol, algures entre a órbita da Terra e de Marte). Na altura, a sonda analisou o corpo celeste para encontrar o melhor local de aterragem do File, que acabou por ser numa das pontas do 67P. 
A descida aconteceu a 12 de Novembro, algo inédito até então. Mas não como se esperava. Rosetta largou o  Philae e o robô foi atraído pela ténue força gravítica do cometa, acertando na região esperada. Mas o mecanismo pensado para prender o robô ao solo com arpões não foi accionado. Assim, o robô ressaltou, voltou a descer e bateu em rochas, subiu de novo, voltou a cair, deu ainda mais um pequeno pulo e, finalmente, pousou perto de uma falésia. Durante os dois dias seguintes, o File conseguiu enviar para a Terra a informação registada pelos instrumentos, usando a energia das suas baterias. Mas o local onde caiu e a sua posição não permitiram que os seus painéis solares recebessem muita luz. Assim, adormeceu e ainda não voltou a acordar até hoje.
Parte da informação que chegou à Terra foi sobre o magnetismo do cometa. Um dos instrumentos do Philae é o Romap, que mede o campo magnético. Durante a descida, o aparelho esteve sempre activo. “O voo não planeado pela superfície do planeta acabou por permitir que recolhêssemos medições precisas do campo magnético nos quatro pontos em que o File tocou no cometa, e a diferentes altitudes”, explicou Hans-Ulrich Auster, cientista responsável pelo Romap, num comunicado da ESA. Por isso, do ponto de vista científico, esta descida atribulada acabou por ser positiva para esta medição.
Ao mesmo tempo que o Romap do Philae estava a obter estes dados, a Roseta também fazia medições do campo magnético com outro instrumento científico. Estas duas medições paralelas foram importantes para os cientistas. Se as duas medições fossem iguais, os aparelhos estavam a medir apenas o campo magnético resultante da interacção entre o vento solar e a fina atmosfera do cometa; se fossem diferentes, então o Romap estava a medir o campo magnético vindo do 67P.
“Se a superfície estivesse magnetizada, veríamos um claro aumento do campo magnético à medida que [o File] se aproximasse da superfície”, explicou Hans-Ulrich Auster. “Mas não foi isso que aconteceu em nenhum dos locais, por isso concluímos que o cometa 67P é um objecto marcadamente não magnético.”
Não está ainda tudo dito sobre o magnetismo do 67P. O Romap só conseguiu avaliar a influência desta força a escalas de um metro ou mais. Ao nível do centímetro ou do milímetro, continua-se sem saber se esta força está presente naquele cometa.
Mas se tomarmos a composição e as características do 67P como representantes de algum do material inicial do sistema solar, o que se conclui destas medições é que, naquela altura, blocos de matéria com o tamanho de um metro ou mais não exerceriam nenhuma força magnética. Por isso, esta componente não seria importante para a atracção e agregação de corpos maiores até a gravidade passar a ser uma força suficientemente forte para continuar esse processo de crescimento que permitiu a existência de asteróides, cometas, luas e planetas.
Fontes :
J.A.

sábado, 25 de abril de 2015

Novas descobertas sobre eletromagnetismo viabiliza antenas dentro dos chips...

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A Revista Eletrônica Inovação Tecnológica traz uma grande 

informação, complementando sua informação em 

19/12/2013 sobre o Eletromagnon: o elo que faltava entre o "eletro" e o "magnetismo" 

A reportagem atual publicada em em 20/04/2015 mostra um avanço tecnológico importante e uma complementação da Teoria de  Maxwell.

Hoje os chips são menores do que os conectores das antenas - agora a antena inteira cabe dentro do chip. [Imagem: Dhiraj Sinha/Gehan Amaratunga/UCam]

Descoberta sobre eletromagnetismo

Se a onda tecnológica atual dava a impressão de que

 já sabíamos tudo sobre o eletromagnetismo e a 

transmissão de dados por meio de antenas, ficou 

claro agora que essa era uma suposição ilusória.
Uma nova descoberta não apenas complementa e 

estende as teorias atuais, como também tem 

implicações práticas imediatas para a melhoria da 

própria tecnologia, com grande impacto no campo 

das transmissões via rádio, hoje mais conhecidas 

wireless (sem fios).
Físicos acabam de apresentar uma nova descrição da

natureza mais íntima do eletromagnetismo que torna

possível a construção de antenas pequenas o 

suficiente para serem inseridas dentro dos chips de

 computadores, tablets e celulares.
E, no nível mais fundamental, a nova descrição 

alinhava uma ponte entre as teorias da física clássica

 e da mecânica quântica.

Dimensões das antenas

O entendimento atual das ondas eletromagnéticas 

vem do trabalho de James Clerk Maxwell, feito há 

mais de 150 anos, que estabelece que as ondas 

eletromagnéticas são geradas pela aceleração dos 

elétrons.
Impulsionados por uma corrente elétrica, os elétrons

 aceleram e geram a radiação eletromagnética, ou 

ondas de rádio, que podem então ser dispersas pelo

 espaço através das antenas - a chamada radiação

 eletromagnética.
Ocorre que, para emitir e captar essas ondas, as 

antenas precisam ter dimensões que são 

determinadas pelo comprimento das ondas usadas 

nas transmissões - dimensões estas que são 

incompatíveis com as dimensões dos circuitos 

eletrônicos ultraminiaturizados da atualidade.
Dhiraj Sinha e Gehan Amaratunga, da Universidade 

de Cambridge, no Reino Unido, descobriram agora 

que não precisa ser assim.
Além de permitir fabricar antenas dentro dos próprios chips, a descoberta pode ser o elemento que faltava na teoria eletromagnética. [Imagem: Dhiraj Sinha/Gehan Amaratunga/UCam]
Teoria incompleta

Os físicos sabiam que a teoria de Maxwell era 

incompleta há várias décadas, desde que foram

 descobertos materiais conhecidos como sólidos 

dielétricos, que normalmente agem como isolantes, 

nos quais os elétrons não estão livres para se mover

 - mas esses materiais dielétricos geram e emitem 

radiação eletromagnética.
Além disso, o fenômeno da radiação devido à 

aceleração dos elétrons não tem uma contrapartida 

na mecânica quântica, onde se assume que os 

elétrons saltam entre estados discretos de energia.
Apesar da incompletude da teoria, isso não impediu

 que esses materiais fossem usados na prática: os 

ressonadores dielétricos são a base das antenas dos 

telefones celulares, por exemplo.
Os dois pesquisadores descobriram agora que o 

fenômeno da radiação eletromagnética não precisa 

ser gerado apenas pela aceleração dos elétrons: ele

 é gerado também por um processo chamado 

quebra de simetria.
A nova teoria elucida a geração de ondas que se espalham para o ambiente a partir de materiais dielétricos. [Imagem: Dhiraj Sinha/Gehan Amaratunga/UCam]
Quebra de simetria do campo elétrico

Em física, a simetria é uma indicação de uma 

característica constante de um aspecto particular de 

um sistema. Neste caso em particular, quando os 

elétrons estão em movimento no material, há uma 

simetria do campo elétrico.
Usando uma película muito fina de material 

piezoelétrico, a dupla demonstrou que é possível 

quebrar a simetria do campo elétrico aplicando um 

tensão assimétrica ao material. Isto gerou uma 

radiação eletromagnética que se espalha pelo 

espaço livre ao redor, demonstrando que o material 

pode funcionar como uma antena mesmo em 

escalas nanométricas.
Assim, a radiação eletromagnética emitida pelos 

materiais dielétricos é gerada tanto pela aceleração 

dos elétrons nos eletrodos metálicos conectados a 

eles, como Maxwell previu, quanto pela quebra de 

simetria do campo elétrico gerada pela chegada 

desses elétrons no material isolante.
Além de permitir fabricar antenas dentro dos 

próprios chips, a descoberta pode ser o elemento 

que faltava na teoria eletromagnética.
"Eu não estou sugerindo que nós tenhamos 

descoberto alguma grande teoria unificadora, mas 

esses resultados vão ajudar a entender como o 

eletromagnetismo e a mecânica quântica se cruzam 

e se juntam. Eles abrem um enorme conjunto de 

possibilidades a serem exploradas," disse 

Amaratunga.
Aplicações práticas
A descrição deste novo fenômeno terá efeitos 

práticos imediatos, não apenas para os telefones 

celulares e para as redes sem fios, mas também 

para tecnologias que estão dependendo de um 

impulso de miniaturização para decolar, como 

Internet das Coisas, que depende de 

transmissores e receptores sem fios muito 

pequenos - algo limitado pela atual dimensão 

das antenas.
Os materiais piezoelétricos usados no experimento 

podem ser fabricados na forma de filmes - ou 

películas muito finas - usando semicondutores como 

o niobato de lítio, o nitreto de gálio ou o arseneto de 

gálio, todos bem conhecidos da indústria eletrônica 

totalmente integráveis no interior dos chips.


Imagens do Artigo publicado em 9/12/2013 sobre 

Eletromagnon
Só recentemente um material multiferroico permitiu  controlar o magnetismo usando eletricidade a temperatura ambiente pela primeira vez.[Imagem: Ruhr Universitat]


Este foi o complexo aparato desenvolvido por Pimenov para demonstrar que suas suspeitas iniciais estavam corretas. [Imagem: TUWien]

Fontes:

http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=descoberta-eletromagnetismo-antenas-dentro-chips&id=010110150420&ebol=sim#.VTrTXtJViko
http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=eletromagnon-elo-entre-eletro-magnetismo&id=010110131219

J.A.


segunda-feira, 20 de abril de 2015

Seria o inicio do fim dos Rádios FM como os conhecemos hoje?

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A Revista eletrônica Olhar Digital  de 20/04/2015 traz esta noticia;

Noruega vai acabar com rádio FM em 2017


A Noruega será o primeiro país do mundo a acabar inteiramente com o rádio FM. A partir de janeiro de 2017 o país fará uma transição para o Digital Áudio Broadcasting (DAB) que passará a ser o padrão adotado em todo o território.
"Os ouvintes terão acesso a um conteúdo mais diversificado e pluralista, e vão desfrutar de uma qualidade de som melhor e com novas funcionalidades", explica o ministro da cultura Thorhild Widvey. "A digitalização também vai melhorar muito o sistema de preparação para emergências, facilitar o aumento da concorrência e oferecer novas oportunidades para a inovação e desenvolvimento".

O DAB norueguês está disponível desde 1995 e em 2007 foi disponibilizada uma versão de transmissão aprimorada, o DAB+. Juntos, os padrões oferecem atualmente 22 canais e a capacidade de mais 20. A FM, por sua vez, oferece apenas 5. O custo de transmissão do novo formato é também 8 vezes mais barato do que o da FM.
De acordo com o Ministério da Cultura, caberá às emissoras de rádio escolher entre DAB e DAB+ nas transmissões. Outros países da Europa e do Sudeste da Ásia também estão considerando substituir a FM pelo DAB, mas nenhum outro país confirmou os prazos.


Afinal o que é o sistema DAB:

Digital Áudio Broadcasting (DAB) é uma tecnologia de rádio digital para emissoras de rádio de transmissão, utilizados em vários países da Europa e Ásia-Pacífico.

O padrão DAB foi iniciado como um projeto de investigação europeu na década de 1980.  A Norwegian Broadcasting Corporation (NRK) lançou o primeiro canal DAB no mundo em 1 de Junho de 1995 (NRK Klassisk), e da BBC e SR lançou seu primeiro DAB transmissões de rádio digital em Setembro de 1995. receptores DAB já estão disponíveis em muitos países desde o final da década de 1990. DAB pode oferecer mais programas de rádio ao longo de um espectro específico de rádio analógica FM. DAB é mais robusto no que diz respeito ao ruído e desvanecimento multi-percurso para ouvir móvel [carece de fontes?], Uma vez que a qualidade de recepção DAB degrada primeiro rapidamente quando a intensidade do sinal cai abaixo de um limiar crítico, enquanto que a qualidade de recepção FM degrada-se lentamente com o sinal de diminuir.

A qualidade do áudio varia de acordo com a taxa de bits usados ​​e material de áudio. A maioria das estações utilizam uma taxa de 128 kbit / s ou menos bits com o codec de áudio MP2, que requer 160 kbit / s para conseguir a qualidade percebida FM. 128 kbit / s dá melhor gama dinâmica ou relação sinal-ruído de rádio FM, mas uma imagem estéreo mais manchada, e uma freqüência de corte superior de 14 kHz, o que corresponde a 15 kHz de rádio FM.  No entanto, "CD qualidade de som" com MP2 é possível "com 256..192 kbps".

Uma versão atualizada do sistema foi lançado em fevereiro de 2007, o que é chamado de DAB +. DAB não é para a frente, compatível com DAB +, o que significa que DAB- apenas receptores não são capazes de receber transmissões DAB +. No entanto, as emissoras podem misturar + programas DAB e dentro da mesma transmissão e assim fazer uma transição progressiva para alisar +. DAB + é aproximadamente duas vezes mais eficiente como DAB devido à adoção da AAC + codec de áudio e DAB + pode fornecer áudio de alta qualidade com taxas tão baixas quanto 64 kbit / s bits.  A qualidade de recepção é também mais robusta em DAB + do que em DAB devido à adição de Reed-Solomon codificação de correção de erro.

Na gestão do espectro, as bandas que estão alocadas para serviços DAB públicos, são abreviados com T-DAB, onde o "T" representa terrestre.

Mais de 20 países fornecem transmissões DAB, e vários países, como Austrália, Itália, Malta, Suíça, Holanda e Alemanha,  estão transmitindo DAB + estações.
Veja países que usam DAB / DMB. No entanto, rádio DAB ainda não substituiu o sistema FM velho em popularidade por enquanto.

A amarelo: países com sistemas DAB, DAB+, ou DMB global no início de 2007

História:

DAB vem sendo desenvolvido desde 1981 no Institut für Rundfunktechnik (IRT). Em 1985, as primeiras manifestações DAB foram realizadas na WARC-ORB em Genebra e em 1988 as primeiras transmissões DAB foram feitas na Alemanha. Mais tarde DAB foi desenvolvido como um projeto de pesquisa para a União Europeia (EUREKA), que começou em 1987 por iniciativa de um consórcio formado em 1986. O Audio Layer II ("MP2") codec MPEG-1 foi criado como parte da UE 147 projeto. DAB foi o primeiro padrão com base na freqüência ortogonal division multiplexing (OFDM) técnica de modulação, que desde então se tornou um dos esquemas de transmissão mais populares para os modernos sistemas de comunicação de banda larga digitais.
A escolha dos esquemas de codec, modulação e de correção de erros de codificação de áudio e transmissões primeiro ensaio foram feitas em 1990. As manifestações públicas foram feitas em 1993 no Reino Unido. A especificação do protocolo foi finalizado em 1993 e adotado pelo organismo de normalização da UIT-R, em 1994, a Comunidade Européia em 1995 e pela ETSI em 1997. As transmissões piloto foram lançadas em vários países em 1995.
O Reino Unido foi o primeiro país a receber uma grande variedade de estações de rádio via DAB. Receptores DAB comercial começou a ser vendido em 1999 e mais de 50 serviços comerciais e BBC estavam disponíveis em Londres, em 2001.
Em 2006, 500 milhões de pessoas em todo o mundo estavam na área de cobertura de transmissões DAB, embora por esta altura as vendas haviam tomado apenas fora no Reino Unido e na Dinamarca. Em 2006, havia cerca de 1.000 estações DAB no mundo operação de largura.

A norma foi coordenada pelo fórum DAB Européia, formada em 1995 e reconstituída ao DAB Fórum Mundial, em 1997, o que representa mais de 30 países. Em 2006, o DAB Fórum Mundial tornou-se o DMB Fórum Mundial, que agora preside tanto o DAB e padrão DMB.
Em outubro de 2005, a DMB Fórum Mundial encarregou a sua Comissão Técnica para a realização dos trabalhos necessários para adotar a AAC + codigo de áudio e mais forte correção de erro de codificação. Este trabalho levou ao lançamento do novo sistema DAB +.

An audio receiver with a basic alphanumeric display.

Tecnologia:

Bandas e modos:

DAB usa uma tecnologia de transmissão de grande largura de banda e, normalmente, os espectros foram alocados para ele na Band III (174-240 MHz) e banda L (1452-1492 MHz), embora o esquema permita a operação em quase qualquer lugar acima de 30 MHz. Os militares dos EUA reservados L-Band nos EUA apenas, bloqueando a sua utilização para outros fins nos Estados Unidos, e os Estados Unidos chegou a um acordo com o Canadá para restringir L-Band DAB para emissão terrestre para evitar interferências. [Carece de fontes?]

DAB tem um número de modos de transmissão país específico (I, II, III e IV). Para a operação em todo o mundo um receptor tem de suportar todos os 4 modos:

Modo I para Banda III, Terra
Modo II para L-Band, Terra e satélite
Modo III para freqüências abaixo de 3 GHz, Terra e satélite
Modo IV para L-Band, Terra e satélite

Protocolo:

A partir de um modelo de protocolo ponto de vista pilha OSI, as tecnologias utilizadas no DAB habitam as seguintes camadas: o codec de áudio habita a camada de apresentação. Abaixo disso é a camada de enlace de dados, a cargo de multiplexação por divisão de tempo estatística e sincronização de quadro. Finalmente, a camada física contém a codificação de correção de erros, a modulação OFDM, e lidar com a transmissão através do ar e recepção de dados. Alguns aspectos destas são descritos abaixo.

Codificação de áudio:

A versão mais antiga do DAB que está sendo usado na Dinamarca, Irlanda *, * Noruega, Suíça e Reino Unido *, usa o Áudio Layer 2 codec MPEG-1 áudio, o que também é conhecido como MP2 devido a arquivos de computador que utilizam esses caracteres para a sua extensão do arquivo. (* Tanto a Irlanda, Noruega e Suíça também usam DAB +).

O novo padrão DAB + adotou a versão 2 codec de áudio HE-AAC, vulgarmente conhecido como AAC + ou aacPlus. AAC + é aproximadamente três vezes mais eficiente do que o MP2,, o que significa que as emissoras utilizando DAB + será capaz de proporcionar qualidade muito superior de áudio ou de longe mais estações do que é possível em DAB, ou, como é mais provável, uma combinação de ambos será fornecido maior qualidade de áudio e mais estações.

Uma das mais importantes decisões relativas à concepção de um sistema de rádio digital é a escolha de qual codec de áudio para usar, porque a eficiência do codec de áudio determina quantas as estações de rádio pode ser realizada em um multiplex ,em um dado nível de qualidade de áudio. A capacidade de um multiplex DAB é fixa, de modo que o mais eficiente é o codec de áudio, as várias estações podem ser realizadas, e vice-versa. Da mesma forma, para um nível de taxa de bits fixa, mais eficiente é o codec de áudio é maior a qualidade de áudio será.

Correção de erros de codificação:

Codificação de correção de erros (ECC) é uma tecnologia importante para um sistema de comunicação digital, pois determina quão robusta será a recepção para uma dada força de sinal - mais forte do ECC irá fornecer recepção mais robusta do que uma forma mais fraca.

A versão antiga do DAB usa ultrapassa codificação convencional por sua ECC. O esquema de codificação usa proteção desigual de erros (UEP), o que significa que as partes do fluxo de bits de áudio que são mais suscetíveis a erros que causam distúrbios sonoros são fornecidos com mais proteção (ou seja, uma taxa de código inferior) e vice-versa. No entanto, o esquema UEP usado em resultados DAB na existência de uma área cinzenta entre o usuário tendo boa qualidade de recepção e não há recepção de todo, ao contrário da situação com a maioria dos outros sistemas de comunicação digital sem fio que têm um "precipício digital" sharp, onde o sinal rapidamente torna-se inutilizável se o sinal cai abaixo de um determinado limiar. Quando os ouvintes DAB receber um sinal de força nessa área intermédia que experimentam uma "borbulhante" som, que interrompe a reprodução do áudio.

O novo padrão DAB + incorporou Reed-Solomon ECC como uma "camada interna" de codificação que é colocado em torno do byte intercalada quadro de áudio, mas dentro da "camada externa" de convencional codificação utilizado pelo sistema mais antigo DAB, embora em DAB + a codificação convencional usa proteção igual erro (EEP), em vez de UEP uma vez que cada bit é igualmente importante na DAB +. Esta combinação de Reed-Solomon codificação como a camada interna da codificação, seguido por uma camada exterior de codificação convencional - a chamada "codificação concatenada" - tornou-se um esquema popular ECC na década de 1990, e NASA adotou para suas missões no espaço profundo . Uma ligeira diferença entre a concatenada codificação utilizado pelo sistema DAB + e que utilizado na maioria dos outros sistemas é que utiliza um intercalador byte retangular em vez de Forney a intercalação de modo a proporcionar uma profundidade de intercalador maior, o que aumenta a distância ao longo da qual rajadas de erro será espalhar-se no fluxo de bits, que por sua vez vai permitir que o descodificador de erro Reed-Solomon para corrigir uma proporção mais elevada de erros.

O ECC usado em DAB + é muito mais forte do que é usado em DAB, que, com todo o resto é igual (ou seja, se as potências de transmissão permaneceram o mesmo), se traduziria em pessoas que atualmente dificuldades de recepção experiência sobre DAB recebendo um sinal muito mais robusto com DAB + transmissões. Ele também tem um "precipício digital" muito mais íngreme, e testes de audição têm mostrado que as pessoas preferem esta opção quando a intensidade do sinal é baixo quando comparado com o precipício digitais rasa em DAB.

Modulação:

A imunidade ao desvanecimento e interferência inter-símbolo (causado pela propagação multipath) é conseguido sem a equalização por meio das técnicas de modulação OFDM e DQPSK. Para mais detalhes, consulte a tabela de comparação do sistema OFDM.

Usando valores para o modo de transmissão mais comumente utilizado em DAB, Modo de Transmissão I (TM I), a modulação OFDM consiste em 1536 sub-portadoras que são transmitidos em paralelo. A parte útil do símbolo OFDM é período de 1 milissegundo, o que resulta em as sub-portadoras OFDM, tendo cada uma largura de banda de 1 kHz devido à relação inversa entre esses dois parâmetros, e a largura de banda total de canais OFDM é 1537 kHz. O intervalo de guarda de OFDM para TM I é de 246 microssegundos, o que significa que a duração total do símbolo OFDM é 1,246 milissegundos. A duração do intervalo de guarda também determina a separação máxima entre os transmissores que fazem parte da mesma rede de frequência única (SFN), que é de aproximadamente 74 km por TM I.

Redes Simples-freqüência:

OFDM permite o uso de redes de única frequência (SFN), o que significa que uma rede de transmissores pode fornecer cobertura para uma área grande - até o tamanho de um país - em que todos os transmissores de utilizar a mesma frequência de transmissão. Os transmissores que fazem parte de uma rede de PME precisam  ser sincronizado de forma muito precisa com outros transmissores na rede, o que requer que os transmissores de usar relógios muito precisas.
Quando um receptor recebe um sinal de que foi transmitida a partir dos diferentes emissores que fazem parte de uma rede de PME, os sinais a partir dos transmissores diferentes terão tipicamente atrasos diferentes, mas a OFDM que aparece simplesmente ser multipercurso diferente no mesmo sinal.
Dificuldades Recepção podem surgir, no entanto, quando o atraso relativo de multipathd excede o tempo de intervalo de guarda OFDM, e há relatos freqüentes de dificuldades de recepção devido a este problema quando há um elevador, como quando há alta pressão, devido a sinais que viajam mais longe do que o habitual, e, assim, os sinais são susceptíveis de chegar com um atraso relativo que é maior do que o intervalo de guarda OFDM.
Os transmissores de baixa potência lacuna-enchimento pode ser adicionado a uma SFN como e quando desejado, a fim de melhorar a qualidade de recepção, apesar de a forma SFN foram implementadas no Reino Unido até agora eles tendem a consistir de transmissores de potência mais alta a ser instalado em transmissor principal locais, a fim de manter os custos baixos.

As taxas de bits 
Um conjunto tem uma taxa de bits máxima que pode ser realizada, mas isto depende de qual o nível de proteção contra erros é usado. No entanto, todos os multiplexes DAB pode transportar um total de 864 "unidades de capacidade". O número de unidades de capacidade, ou CU, que um determinado nível de velocidade de bit requer depende da quantidade de correção de erros para a transmissão adicionado, como descrito acima. No Reino Unido, a maioria dos serviços transmitir com "nível de proteção de três», que prevê uma taxa média de código ECC de aproximadamente ½, o que equivale a uma taxa máxima de bits por multiplex de 1184 kbit / s.

Serviços e ensembles 

Vários serviços diferentes são incorporados a um conjunto (que também é normalmente chamado um multiplex). Estes serviços podem incluir:
Os principais serviços, como as estações de rádio principais
Serviços secundários, como comentários adicionais esportes
Os serviços de dados
Guia de Programação Electrónico (EPG)
Coleções de páginas HTML e imagens digitais (conhecidos como «emissão Web Sites")
Slideshows, que podem ser sincronizados com transmissões de áudio. Por exemplo, um apelo polícia poderia ser transmitido com o e-fit de um suspeito ou imagens do circuito interno.
Vídeo
Aplicações da Plataforma Java
Tunelamento IP
Outros dados brutos

DAB + 

O termo DAB mais comumente refere-se tanto a um padrão DAB específica usando o codec de áudio MP2, mas às vezes pode se referir a toda uma família de normas DAB relacionados, tais como DAB +, DMB e DAB-IP.

An audio receiver with a colour screen display of at least 320 x 240 pixels

DAB + :

WorldDMB, a organização responsável pelas normas DAB, DAB + anunciada, uma grande atualização para o padrão DAB em 2006, quando o HE-AAC v2 código de áudio  (também conhecido como e AAC +) foi adotado. A nova norma, que é chamado DAB +, também adotou o formato de áudio MPEG Surround e mais forte erro de codificação de correção na forma de Reed-Solomon codificação. DAB + foi padronizado como ETSI TS 102 563.
Como DAB não é para a frente compatível com DAB +, receptores DAB mais antigos não podem receber DAB + transmissões. No entanto, os receptores DAB que será capaz de receber o novo padrão DAB + através de uma atualização de firmware foi colocado à venda em julho de 2007. Se um receptor é DAB + compatível, haverá uma placa na embalagem do produto.
Transmissões DAB + lançaram em vários países, como a Austrália, República Checa, Alemanha, Hong Kong, Itália, Malta, Noruega, Polônia, Suíça,  e Holanda. Malta foi o primeiro país a lançar DAB + na Europa. Também são esperados vários outros países para lançar transmissões DAB + ao longo dos próximos anos, como a Áustria, a Hungria e os países asiáticos, como Tailândia, Vietnã e Indonésia. África do Sul começou a DAB + piloto técnico em novembro de 2014 no canal 13F na Band 3. Se + estações DAB lançar em países DAB estabelecidos, podem transmitir ao lado de estações DAB existentes que usam o MPEG-1 Audio Layer II formato de áudio mais velho e mais DAB existente Espera-se que as estações de radiodifusão continuar até que a grande maioria dos receptores suporta DAB + .
Ofcom no Reino Unido lançou uma consulta com a intenção de criar um novo multiplex contendo uma mistura de DAB e DAB + serviços, com a intenção de mover serviços para este formato, a longo prazo.

DMB:

Ver artigo principal: Digital Multimedia Broadcasting
Digital Multimedia Broadcasting (DMB) e DAB-IP são adequados para rádio móvel e TV tanto porque suportam MPEG 4 AVC e WMV9, respectivamente, como codecs de vídeo. No entanto, um sub-canal de vídeo DMB pode facilmente ser adicionado a qualquer transmissão DAB, uma vez que foi concebido para ser transportado sobre um sub-canal DAB. Transmissões DMB na Coréia transportar MPEG 1 Layer II serviços de áudio DAB convencionais ao lado de seus serviços de vídeo DMB.
Noruega, Coreia do Sul e França são países transmitindo no momento DMB.

Os países que usam DAB

Ver artigo principal: Os países que usam DAB / DMB
Mais do que 30 países fornecer DAB, DAB + e / ou transmissões DMB, quer como uma tecnologia permanente ou como transmissões de teste.
DAB e AM / FM em comparação [editar]
Tradicionalmente programas de rádio foram transmitidos em freqüências diferentes através AM e FM, e o rádio teve que ser ajustado em cada freqüência, conforme necessário. Isto costumava-se um relativamente grande quantidade de espectro para um número relativamente pequeno de estações, limitando a escolha de escuta. DAB é um sistema de transmissão de rádio digital que através da aplicação de multiplexação e compressão combina múltiplos streams de áudio em uma faixa relativamente estreita centrada em uma freqüência de transmissão simples chamado um conjunto DAB.
Dentro de uma taxa de bits meta global para o conjunto DAB, estações individuais que podem ser alocados diferentes taxas de bits. O número de canais dentro de um conjunto DAB pode ser aumentado pela diminuição da velocidade de bit média, mas à custa da qualidade dos fluxos. Correção de erro sob o padrão DAB faz o sinal mais robusto, mas reduz a taxa de bits total disponível para córregos.

HD Rádio FM contra DAB

Alguns países têm implementado Eureka-147 Digital Audio Broadcasting (DAB). DAB transmite uma única estação, que é de aproximadamente 1500 quilohertz grande (~ 1000 quilobits por segundo). Essa estação é então subdividida em múltiplos fluxos digitais de entre 9 e 12 programas. Em contraste HD Radio FM compartilha sua transmissão digital com as tradicionais 200 canais de todo o kilohertz, com capacidade de 300 kbit / s por estação (modo digital puro).
A primeira geração DAB usa o MPEG-1 Audio Layer codec II (MP2) de áudio que tem compressão menos eficiente do que os codecs mais recentes. A taxa de bits típica para programas DAB é de apenas 128 kbit / s e como resultado a maioria das estações de rádio em DAB têm pior qualidade de som de FM, o que levou uma série de queixas entre a comunidade audiófilo.  Tal como acontece com DAB + ou T-DMB em Europa, HD Radio FM usa um codec baseado no padrão MPEG-4 HE-AAC.
HD Radio é sistema proprietário da empresa Ibiquity. DAB é um padrão aberto depositado no ETSI.

Utilização do espectro de frequência e transmissores locais:

DAB dá substancialmente maior eficiência espectral, medida em programas por MHz e por local do transmissor, do que a comunicação analógica. Isto levou a um aumento no número de estações disponíveis para os ouvintes, especialmente fora das grandes áreas urbanas.
Exemplo numérico: Analógico FM requer 0,2 MHz por programa. O fator de reuso de freqüência na maioria dos países é de cerca de 15, o que significa que apenas um dos 15 locais de transmissão pode usar a mesma frequência do canal, sem problemas com a interferência de co-canal, ou seja, cross-talk. Assumindo uma disponibilidade total de 102 canais de FM em uma largura de banda de 0.2MHz sobre o espectro da faixa II de 87,5-108,0 MHz, uma média de 102/15 = 6,8 canais de rádio são possíveis em cada local do transmissor (além de baixo consumo de energia transmissores locais causando menos interferência). Isto resulta numa eficiência espectral do sistema de 1/15 / (0,2 MHz) = 0,30 programas / transmissor / MHz. DAB com 192 kbit / s codec requer 1.536 MHz * 192 kbit / s / 1136 kbit / s = 0,26 MHz por programa de áudio. O fator de reuso de freqüência para os programas locais e redes de transmissão multi-frequência (MFN) é tipicamente 4 ou 5, resultando em 04/01 / (0,26 MHz) = 0,96 programas / transmissor / MHz. Este é 3,2 vezes tão eficiente quanto FM analógico para as estações locais. Para rede de frequência única (SFN) de transmissão, por exemplo, de programas nacionais, o fator de re-utilização do canal é de 1, resultando em 01/01 / 0,25 MHz = 3,85 programas / transmissor / MHz, que é 12,7 vezes mais eficiente que para FM nacional e redes regionais.
Note-se a melhoria da capacidade acima nem sempre pode ser alcançado nas freqüências de banda L, uma vez que estas são mais sensíveis aos obstáculos do que as frequências de banda FM, e pode causar sombra desbotamento por terreno montanhoso e para a comunicação interna. O número de locais de transmissão ou a potência de transmissão necessária para a cobertura total de um país pode ser bastante elevado nestas freqüências, para evitar que o sistema se torna ruído limitado ao  invés de limitado pela interferência de co-canal.
 
A multipurpose receiver with a colour screen display capable of rendering video.

A qualidade do som:

Veja também: Qualidade MP2
Os objetivos originais da conversão para a transmissão digital foram para permitir maior fidelidade, mais estações e mais resistência ao ruído, a interferência de co-canal e multipath do que no rádio analógica FM. No entanto, os países líderes na implementação de DAB em estações de rádio estéreo usar a compactação, a tal ponto que ela produz baixa qualidade de som do que recebeu de transmissões em FM não móveis. [Carece de fontes?] Isso é por causa dos níveis de taxa de bit ser demasiado baixo para o codec MPEG Layer 2 de áudio para fornecer alta qualidade de áudio fidelidade.

A BBC Research & Development departamento afirma que pelo menos 192 kbit / s é necessário para uma transmissão estéreo de alta fidelidade:

"Um valor de 256 kbit / s foi considerado para proporcionar um sinal de transmissão estéreo de alta qualidade. No entanto, uma pequena redução, de 224 kbit / s é muitas vezes suficiente, e, em alguns casos, pode ser possível aceitar uma maior redução de 192 kbit / s, especialmente se a redundância do sinal de som é explorada por um processo de "joint stereo 'que codifica (isto é, alguns sons que aparecem no centro da imagem estéreo não precisa de ser enviado duas vezes). A 192 kbit / s, é relativamente fácil de ouvir imperfeições no material de áudio crítica. "

- BBC R & D Livro Branco WHP 061 Junho de 2003
Quando BBC em Julho de 2006 reduziu a taxa de bits de transmissão da Rádio 3 a partir de 192 kbit / s para 160 kbit / s, a degradação resultante da qualidade de áudio solicitado um número de queixas ao Corporation.  BBC anunciou mais tarde que, após esta testes de novos equipamentos, que vai retomar a prática anterior de transmissão de Radio 3 a 192 kbit / s, sempre que não havia outras demandas de largura de banda.

Apesar do acima de um levantamento dos ouvintes DAB (incluindo móvel), mostrou mais encontrar DAB ter igual ou melhor qualidade de som do que FM.

Não obstante o acima, BBC Radio 4 alargou os períodos Transmite programas com uma menor taxa de bits (80kbit / s) e em mono, em 2012, como o programa de hoje, em vez de 128kbit / s e em estéreo. Os programas que tradicionalmente tinham sido transmitidos pela BBC Radio 4 DAB em estéreo (1999-2011), agora só pode ser ouvido nas noites em mono, mesmo que os mesmos programas ainda sair em estéreo na Radio 4 FM, TV Digital e On -line. A BBC divulgou um comunicado afirmando que ainda é o seu aparelho de som padrão para BBC Radio 4 DAB, no entanto, após os Jogos Olímpicos, este não parece ser o caso, à noite, fazendo transmissões de FM (em boas áreas de recepção) superior. Como muito poucos auto-rádios estão atualmente equipados com DAB se o interruptor BBC FM off, tal como indicado no final da década, algumas pessoas podem ser forçadas a receber transmissões mono, no futuro, um passo um pouco para trás.

Uma comparação de qualidade de áudio de PCM, DAB, DAB +, FM e AM está disponível aqui.

Benefícios do DAB:
A tecnologia de emissão terrestre atualmente, AM e FM ,está bem estabelecido, compatível e barato de fabricar. Benefícios do DAB mais de sistemas analógicos são explicados abaixo.

Recursos aprimorados para usuários:

Rádios DAB ajustar automaticamente a todas as estações disponíveis, oferecendo uma lista para o usuário escolher.

DAB pode transportar "Radiotext" (na terminologia DAB, Dynamic Label Segment, ou DLS) da estação que dá informações em tempo real, como os títulos das músicas, o tipo de música e notícias ou atualizações de tráfego. Antecipados guias de programas pode também ser transmitida. Um recurso semelhante também existe em FM na forma das RDS. (No entanto, nem todos os receptores FM permitir que as estações de rádio a ser armazenado pelo nome.)

Receptores DAB pode exibir hora do dia como codificado em transmissões, por isso é corrigido automaticamente quando viajar entre fusos horários e quando mudar para ou de horário de verão. Isso não é implementado em todos os receptores, e algum tempo de exibição somente quando no modo "standby". (Características semelhantes sobre RDS: Grupos 4A)

Algumas rádios oferecem um dispositivo de pausa em transmissões ao vivo, cache do fluxo de transmissão na memória flash local, embora esta função é limitado.

Mais estações:

DAB não é mais eficiente do que a largura de banda analógica medido em programas por MHz de um transmissor específico (a chamada ligação a eficiência espectral). Ele é menos susceptível a interferência co-canal (diafonia), o que faz com que seja possível reduzir a distância de reutilização, isto é, utilizar o mesmo canal de frequência de rádio mais densamente. A eficiência espectral do sistema (o número médio de programas de rádio e por MHz transmissor) é um fator de três mais eficiente do que FM analógica para estações de rádio locais, como pode ser visto no exemplo numérico acima. Para redes de rádio nacionais e regionais, a eficiência é melhorada em mais do que uma ordem de grandeza devido à utilização do SFN. Nesse caso, os transmissores adjacentes utilizar a mesma frequência.

Em certas áreas - áreas particularmente rurais - a introdução de DAB dá ouvintes de rádio uma maior escolha de estações de rádio. Por exemplo, no sul da Noruega, os ouvintes de rádio tiveram um aumento nas estações disponíveis 6-21 quando DAB foi introduzido em Novembro de 2006.

A qualidade da recepção:

O padrão DAB integra recursos para reduzir as consequências negativas da multipath fading e ruído de sinal, que afetam os sistemas analógicos existentes.

Além disso, como DAB transmite áudio digital, não há silvo com um sinal fraco, o que pode acontecer em FM. No entanto, rádios na franja de um sinal DAB, pode experimentar um som de "lama borbulhante" interromper o áudio e / ou o áudio de cortar completamente.

Devido à sensibilidade ao efeito Doppler em combinação com propagação multipath, gama recepção DAB (mas não a qualidade de áudio) é reduzida quando se viaja velocidades de mais de 120 a 200 Km / h, dependendo da frequência de portadora.

Menos estação piratas e interferências:

A natureza especializada e custo de DAB equipamentos de transmissão fornecer barreiras para as estações piratas que transmitem em DAB. Em cidades como Londres, com um grande número de estações de rádio que transmitem em FM em situação irregular, isso significa que algumas estações podem ser recebidos de forma confiável via DAB em áreas onde eles são regularmente difícil ou impossível para receber em FM devido a interferências de rádio em situação irregular.

Largura de banda variável:

Mono falar de rádio, notícias e do tempo de canais e outros programas não-musicais precisa significativamente menos largura de banda do que uma estação de rádio de música típica, que permite DAB para realizar estes programas com taxas de bits mais baixos, deixando mais largura de banda a ser utilizado para outros programas.

No entanto, isso levou à situação em que algumas estações estão sendo transmitidos em mono, consulte as estações de rádio de música transmitidos em mono, para obter mais detalhes.

Os custos de transmissão:

É crença comum de que DAB é mais caro para transmissão de FM. É verdade que DAB utiliza frequências mais elevadas do que FM e, por conseguinte, há uma necessidade de compensar com mais transmissores, os poderes de radiação mais elevadas, ou uma combinação, para atingir a mesma cobertura. No entanto, o último par de anos tem visto uma melhoria significativa na eficiência de energia para DAB-transmissores.

Essa eficiência se origina da capacidade de uma rede DAB tem em transmitir mais canais por rede. Uma rede pode transmitir 6-10 canais (com codec de áudio MPEG) ou 10-16 canais (com codigo HE AAC). Por isso, acredita-se que a substituição do FM-rádios e FM-transmissores com novas DAB-rádios e DAB-transmissores não vai custar mais ao contrário de instalações FM mais recentes.

Custos de transmissão mais baixas são apoiadas por estudos de rede independentes de Teracom (Suécia) e SSR / SRG (Suíça). [Carece de fontes?] Entre outras coisas eles mostram que DAB é tão baixa quanto um sexto do custo de transmissão FM.

Desvantagens do DAB:

A qualidade de recepção em DAB pode ser pobre, mesmo para as pessoas que vivem bem dentro da área de cobertura. [Carece de fontes?] A razão para isso é que a versão antiga do DAB usa fraca codificação de correção de erros, de modo que, quando há um monte de erros com os dados recebidos não o suficiente dos erros podem ser corrigidos e um som de "lama borbulhante" ocorre. Em alguns casos, uma perda completa de sinal pode acontecer. Esta situação vai ser melhorada no novo padrão DAB (DAB +, discutido abaixo) que utiliza codificação de correção de erro mais forte e como transmissores adicionais são construídos.

Qualidade de áudio:

As emissoras têm sido criticadas por "apertar em 'mais estações por conjunto do que o recomendado, [carece de fontes?] Por:

Minimizando a taxa de bits, para o menor nível de qualidade de som que os ouvintes estão dispostos a tolerar, como 112 kbit / s para estéreo e até 48 kbit / s para mono rádio discurso como LBC 1152 e da Voz da Rússia.
Tendo alguns canais digitais transmitidos em estéreo.

O atraso do sinal:

A natureza de uma SFN é tal que os transmissores na rede devem transmitir o mesmo sinal ao mesmo tempo. Para conseguir a sincronização, a emissora deve contrariar eventuais diferenças de tempo de propagação incorridos pelos diferentes métodos e as distâncias necessárias para assegurar o sinal do multiplexador para os diferentes transmissores. Isto é feito aplicando-se um atraso para o sinal de entrada no transmissor com base em um timestamp gerado no multiplexador, criada tendo em conta o tempo máximo de propagação provavelmente, com uma margem de segurança para adicionado generosa. Atrasos no receptor devido a processamento digital (por exemplo, a desintercalação) adicionar ao atraso global percebida pelo ouvinte.  O sinal é retardado por 2-4 segundos, dependendo do circuito de descodificação utilizadas. Isto tem desvantagens:

Rádios DAB estão fora de sintonia com eventos ao vivo, por isso, a experiência de ouvir a viver comentários sobre eventos que estão sendo assistidos é prejudicada;
Ouvintes usando uma combinação de analógico (AM ou FM) e rádios DAB (por exemplo, em diferentes cômodos de uma casa) vai ouvir uma mistura confusa quando ambos os receptores são ao alcance da voz.
Sinais de tempo, ao contrário, não são um problema em uma rede bem definida com um atraso fixo. O multiplexer DAB acrescenta o bom deslocamento para a informação do tempo distribuído. A informação de tempo também é independente do (possivelmente variando) retardo de descodificação de áudio em receptores uma vez que o tempo não é incorporado no interior dos quadros de áudio. Isto significa que, construído em relógios em receptores será local.

Cobertura:
[Esclarecimentos necessários]

Como DAB está em um estágio relativamente inicial de implantação, cobertura DAB é pobre em quase todos os países, em comparação com a cobertura da população de alta fornecidos pela FM.

Uma exceção é a Noruega, já que o país terá cobertura de 99,5% até o final de 2014.

Compatibilidade:

Em 2006, os testes começaram a usar o codec melhorado HE-AAC muito para DAB +. Praticamente nenhum dos receptores feitos antes de 2008 aprovou o novo codec, porém, tornando-os parcialmente obsoletos uma vez DAB + transmissões começam e completamente obsoleto uma vez que o antigo MPEG-1 Layer 2 estações estão desligados. Novos receptores são tanto DAB e DAB + compatível; no entanto, o problema é agravado por alguns fabricantes incapacitantes o DAB + apresenta em rádios de outra forma compatível para economizar em taxas de licenciamento quando vendido em países sem transmissões DAB + atuais.

Os requisitos de energia:

Como DAB requer técnicas de processamento de sinal digital para converter o sinal digital codificado recebido para o conteúdo de áudio analógico, a complexidade do circuito eletrônico necessário para fazê-lo é mais elevada. Isto traduz-se a necessidade de mais energia para efetuar esta conversão, que em comparação com um análogo de FM de conversão de áudio, o que significa que o equipamento de recepção portáteis tendem a ter uma vida curta da bateria, ou exigem maior potência (e, portanto, mais grosso). Isso significa que eles usam mais energia do que a analógica Banda II receptores de VHF.

Como indicador deste aumento de consumo de energia, alguns fabricantes de rádio citar o período de tempo em seus receptores pode jogar com uma única carga. Para um FM / DAB-receptor comumente usado fabricante PURE, este é indicado como:. DAB 10 horas, FM 22 horas [carece de fontes?]

Uso de códigos licenciados:

O uso de MPEG críticas anteriormente e AAC mais tarde levou [por quem?] O fato de que uma (grande) sistema público está a apoiar financeiramente uma empresa privada. [Carece de fontes?] Em geral, um sistema aberto permitirá equipamento a ser comprado a partir de várias fontes em competição uns com os outros, mas ao selecionar um único fornecedor de codec, com o qual todos os equipamentos devem ser compatíveis, isto não é possível. [carece de fontes?]

FM rádio switch-off:

A Noruega é o único país que anunciou uma completa switch-off de estações de rádio FM. A data para este switch off está definido para 2017.

No "seminário WorldDMB", realizada em Riva del Garda - Itália, 14 de abril de 2013, foi anunciado que na Noruega haverá cobertura DAB 99,5% em 2014, e que o país está a planear mudar-off a sua rádio FM nacional e regional serviços em 2017.  Não há nenhuma intenção de desligar os serviços locais de FM na Noruega até essa data e nenhuma data posterior tenha sido anunciado para tal movimento.

Outros países nórdicos como a Dinamarca ea Suécia estão avaliando um switch-off dentro de 2022.

Reino Unido está considerando uma progressiva switch-off, no período 2017-2022.


Receptor DAB sintonizado na RDP África

Em Portugal a T-DAB começou em 3 de Agosto de1998, tendo a ANACOM atribuído a gestão da rede nacional à estação pública portuguesa.
A Rádio e Televisão de Portugal difunde em rede de frequência única, no Bloco 12B (224,880-226,416 MHz), os seguintes programas:
·                    Antena 1
·                    Antena 2
·                    Antena 3
·                    RDP Internacional
·                    RDP África
A instalação da rede previa 74 emissores, cobrindo a totalidade do território continental até ao final de 2004 e as Regiões Autônomas até final de 2006. Apenas 44 foram instalados (28 emissores no Continente, 9 na RA dos Açores e 7 na RA da Madeira), que correspondem a uma taxa de cobertura de 72% do território e 74% da população.
Na pratica estão cobertas as capitais de distrito, o litoral do país, os itinerários principais e parte dos arquipélagos da Madeira e dos Açores.
A RTP perspectiva o fim da operação T-DAB para o dia 1 de Abril de 2011.
Portanto amigos, aqui no Brasil ainda vai demorar muito tempo como esta acontecendo recentemente com a TV Digital.

Fontes:






http://oglobo.globo.com/sociedade/midia/noruega-sera-primeiro-pais-do-mundo-tirar-radio-fm-do-ar-15930065?utm_source=Facebook&utm_medium=Social&utm_campaign=O%20Globo

Nota: Pequenos erros de tradução do texto poderão existir em face do tradutor eletrônico do original ser automático.

J.A.