quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

Toque de humor 33 - Pernas pra que te quero...

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Causo - Pernas pra que te quero...

No ano de 1975 estávamos realizando a entrega de uma fonte numa pequena cidade na região de Londrina - PR.
Chegamos já no final da tarde e adiantamos uma das tarefas que seria a colocação em carga das baterias para que no outro dia realizasse-mos os testes de aceitação, incluindo descarga até 1,75 Vdc por elemento.
Chegamos ao pequeno hotel da cidade por volta das 20:00 hs. Algum tempo depois o grupo formado por dois técnicos da Telepar e seu motorista e eu o responsável pelos testes do fabricante.
A pequena cidade não tinha nada, uma lanchonete no centro e o restaurante do hotel. Eram os únicos locais onde se poderia fazer refeição. Conversa vai e conversa vem, o filho do proprietário do hotel sugeriu que fossemos para a cidade anterior de quem vinha de Londrina. Além de maior tinha uma vida noturna movimentado. Isso acendeu a turma e decidimos ir para a tal cidade que ficava a uns 40 km. 
Resolvemos lanchar numa grande casa noturna que além da musica tinha umas belas garotas.
À hora passa rápido e já era quase 01 h da manhã quando chega um sujeito e tenta tirar a garota que estava com um dos técnicos da Telepar. Logo uma discussão acontece e um acompanhante deste cara dá uma biaba por trás no técnico. Imediatamente o filho do dono do hotel enche a fuça do sujeito com um direto . Parecendo um filme de bang- bang se abre um clarão . Aparece revolver na má mão dos caras, algumas mulheres cercam os nossos brigões protegendo-os. Corremos para a Caminhoneta C10 Cabine dupla da Telepar. Na confusão soubemos que os caras eram da policia civil da cidade. Eles também viram que éramos da Telepar de Curitiba e refrearam o animo do atirar . As mulheres escoltaram os dois brigões até o carro e alguns tapas se viam por cima delas. Quando os dois entraram saímos em desabalada carreira daquele local cantando pneus enquanto a turma do deixa disso seguravam os policiais.
Resumindo, foi uma das mais rápidas aceitações que fizemos e saímos à noite do segundo dia daquele local dos infernos, eu ehm...
Este é mais um causo daqueles...

segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

Meio século da invenção do laser - fibra óptica - Segunda Parte

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Segunda Parte.

San Andreas postou seu tópico com muitas imagens e informações diversificadas do uso e aplicação.
 Estou organizando por cada área do conhecimento como podemos ver no primeiro tópico onde citamos das pesquisas até seu desenvolvimento para todos seguimentos. Mostrei o uso na indústria áudio-visual , industria metal mecânica e na espacial.
Nesta segunda parte o uso militar..

Aplicação militar;

Navio de guerra abate UAVs com LASER 

20 de julho de 2010
A companhia Raytheon e uma equipe da US Navy usaram um feixe combinado de laser para derrubar quatro UAVs em voo durante testes sobre a água, em maio deste ano.

Os alvos aéreos foram engajados e destruídos pelo Navy s Laser Weapon System (LaWS) guiado pela suíte de sensores de um CIWS (Close-in Weapon System) Phalanx.

O LaWS emprega seis lasers de uso industrial que focam simultâneamente no alvo


s engajamentos serviram para validar a viabilidade operacional da combinação Phalanx-LaWS sobre o mar, segundo o presidente da Raytheon Missile Systems, Dr. Taylor W. Lawrence.

A equipe Raytheon- Navy demonstrou a capacidade dos sistemas de detectar, rastrear, engajar e destruir alvos dinâmicos em alcances táticos significativos em ambiente marítimo.

Para o teste, o LaWS foi montado em uma plataforma próxima de um reparo Phalanx Block 1B. O operador do Phalanx usou o modo de superfície do Block 1B para rastreamento eletroótico e os sensores de rádio frequência do sistema para prover dados de alcance para o LaWS. Quando o Phalanx adquiriu os UAVs, o LaWS os destruiu.

Foi a primeira vez que um feixe de laser de estado sólido de 32 Megawatt (MW) de energia dirigida, foi disparado por um navio de guerra a uma distância de mais de 2 milhas, destruindo drones voando a mais de 300 milhas por hora.


Abaixo, um vídeo mostrando a destruição de um dos drones.


Completado o design preliminar de arma laser para navios da USN

20 de março de 2010

Na última quinta-feira, 18 de março, a Boeing informou que completou, com sucesso, o design preliminar para o sistema de armas Free Electron Laser (FEL) da Marinha dos EUA (U.S. Navy). Segundo a empresa, isso é um passo fundamental na direção de construir um protótipo para testes realísticos no mar.

Entre 9 e 11 de março, na revisão do design preliminar realizada em sua unidade em Arlington (EUA), a empresa apresentou o projeto a mais de 30 representantes do governo e do Laboratório Nacional dos EUA. Segundo a Boeing, o laser elétrico operará passando um raio de elétrons de alta energia através de uma série de fortes campos magnéticos, gerando uma emissão intensa de luz laser, capaz de destruir ou desabilitar alvos.

Gary Fitzmire, vice presidente e diretor de programa da Boeing Directed Energy Systems, disse que o “Free Electron Laser utilizará a energia elétrica do navio para gerar, na prática, munição ilimitada e prover uma capacidade de defesa contra ameaças como mísseis hipervelozes, de forma ultraprecisa e na velocidade da luz. Trata-se de um desenvolvimento de um sistema de armas que transformará a guerra naval.”

O contrato estimado em 163 milhões de dólares para iniciar o desenvolvimento do FEL foi concedido à Boeing em abril de 2009, com uma parcela inicial de 6,9 milhões. Espera-se que a Marinha dos EUA decida em meados deste ano conceder mais parcelas (task order) à Boeing para completar o design do sistema e construir e operar um demonstrador de laboratório. Outros sistemas de armas laser que a Boeing está desenvolvendo são o Airborne Laser Test Bed, o High Energy Laser Technology Demonstrator, e o Laser Avenger, entre outros (veja mais nos links abaixo).

http://www.naval.com.br/blog/2010/03/20/completado-o-design-preliminar-de-arma-laser-para-navios-da-usn/


Laser da Northrop Grumman demonstra alta letalidade e grande alcance

Os testes do sistema MLD (Maritime Laser Demonstration) da US Navy, conduzidos recentemente no Potomac River Test Range, confirmaram a prontidão do sistema de arma laser para continuar os testes de mar no próximo ano, de acordo com Northrop Grumman Corporation, contratante principal.

Operando a partir de um local fixo sobre a terra, o sistema de armas MLD disparou um feixe de laser em uma série de alvos fixos, incluindo seções de pequenos barcos, ao longo do rio Potomac. O laser atravessou as seções dos barcos nesses testes, realizados no final de agosto e início de setembro.

Quando estiver pronto, o MLD poderá ser usado contra ameaças assimétricas, mísseis e UAVs.

http://www.naval.com.br/blog/2010/10/12/laser-da-northrop-grumman-demonstra-alta-letalidade-e-grande-alcance/

USAF e Boeing fazem primeiro disparo em voo do Laser Tático Avançado

A Boeing comunicou que, no último dia 13 de junho, o Laser Tático Avançado (Advanced Tactical Laser – ATL), de alta potência, foi disparado com sucesso a partir de uma aeronave em voo pela primeira vez.

O ATL é uma aeronave C-130H equipada com uma torreta de laser, um sistema de controle de fogo, sensores e consoles do sistema de armas. Segundo a empresa, neste primeiro disparo em voo sobre o campo de testes de mísseis de White Sands, o alvo em terra foi atingido com sucesso.

Mais testes estão planejados para demonstrar a utilidade militar do ATL, desenvolvido para destruir, danificar ou pôr fora de combate alvos em terra sem causar danos colaterais e com alta precisão, podendo ser empregado tanto sobre o campo de batalha quanto em operações urbanas.

Outras empresas participam do programa. Por exemplo, a torreta é produzida pela L-3 Communications/Brashear, e a HYTEC Inc., fornece diversos elementos estruturais. A Boeing e a USAF desenvolvem o projeto conjuntamente.

http://www.aereo.jor.br/2009/06/16/usaf-e-boeing-fazem-primeiro-disparo-em-voo-do-laser-tatico-avancado/


Lasers da Kirtland Air Force Base em Albuquerque, Novo Mexico


Em fevereiro de 2010, o Airborne Laser destruiu um míssil balístico em um teste com o seu poderoso laser químico iodo-oxigênio de 1 Mega Watt.




Arma de raios
Existem diversas propostas para limpar o lixo espacial que vem se acumulando ao redor da Terra.
A maior parte das opções envolve o lançamento de satélites garis, embora a NASA já tenha sinalizado gostar da ideia de usar velas solares instaladas nos próprios satélites artificiais a serem lançados.
Os pulsos de laser criam jatos de plasma ao redor do lixo espacial, mudando sua rota e fazendo-o reentrar na atmosfera, onde se queima.[Imagem: E. Victor George]


Fonte ; Artigo escrito por San Andreas para o Fórum Adrenaline – Papo Cabeça.




sexta-feira, 10 de janeiro de 2014

Gás e petróleo seria a vez do Rio Grande?

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Desde pequeno, escutava meu velho pai dizer que um colega dele da Engenharia do DEPREC e vereador naquela época (Departamento Estadual de Portos Rios e Canais - RS), que sempre dizia da existencia de petróleo naquela região sul do Rio Grande do Sul.
Hoje sei que nem Engenheiro era, e sim um dos maravilhosos autodidatas que superam os limites e acabam trazendo luz em alguma área do desenvolvimento da humanidade.

Vejam como é as coisas;
A cerca de 5 anos, supervisionamos a instalação e start-up, de no-break trifásico de 30 kVA dentro da UFRGS. Durante este processo, escutamos que seria para alimentar um super computador e que este, teria sido doado pela Petrobrás ou com participação dela. O supercomputador seria usado para testes e análise do solo da bacia conhecida como Pelotas, que se estende desde Floripa ao Chuí.

Dados do Laboratório:

O Laboratório de Geologia Isotópica do Instituto de Geociências da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (LGI-UFRGS) desenvolve pesquisa básica e aplicada nas áreas de Geociências, dedicando-se aos estudos de isótopos e sua aplicação à:


Evolução do manto e crosta da Terra;
Metalogenia de depósitos de metais e não-metais;
Estratigrafia e Tectônica de bacias sedimentares com ênfase nos depósitos de óleo e gás;
Geologia Ambiental

Logo em seguida saiu a notícia:

PROSPECÇÃO NA BACIA DE PELOTAS FICA PARA O ANO QUE VEM

Durante encontro com o governador Tarso Genro (PT) nesta semana, o diretor de exploração e produção da Petrobras, Guilherme Estrella, disse que os trabalhos de prospecção de petróleo e gás na Bacia de Pelotas devem ocorrer em 2012. Até então, a empresa dizia pretender realizar as perfurações ainda este ano.

Estrella disse que geólogos da Petrobras apostam na existência de petróleo e gás na Bacia de Pelotas e apontou um cenário positivo para a indústria offshore (mar aberto) no Estado. Um poço localizado no litoral entre Mostardas e São José do Norte, a 80 quilômetros da costa, é o foco de atenção da empresa.

O trabalho de prospecção deverá ter um investimento entre 60 e 80 milhões de dólares. Isso representa 80% do valor já investido pela empresa em pesquisas na Bacia de Pelotas desde 2004. De acordo com a Agência Nacional do Petróleo (ANP), a Bacia de Pelotas possui extensão de 310 mil quilômetros quadrados, com limite ao norte com a Bacia de Santos e ao sul com o Uruguai. 

Estudos realizados na Bacia de Pelotas, especificamente no Cone de Rio Grande, estimaram que as reservas estão localizadas em uma área de cerca de 45 mil quilômetros quadrados, com espessura de aproximadamente 200 metros. Isso significa um volume de 22 trilhões de metros cúbicos de hidrato de gás natural. Caso seja confirmado esse dado, a Bacia de Pelotas pode ser considerada uma das maiores reservas mundiais.(DP)


Lembrei-me então, o que tinha dito o meu velho pai no tempo de guri, se referindo a José Anélio Saraiva, um precursor no estudo de gás e petróleo na Bacia de Pelotas

Compilei um pouco sobre a vida deste precursor e suas convicções sobre a existência de gás e petróleo no RS. Acreditem o velhinho centenário, esta vivo e bem lúcido. 
Vejam sua entrevista para uma TV de Pelotas - RS. A reportagem é longa e peço um pouco de paciência. Se referindo a bacia de Pelotas podem pular para 8:00 do vídeo.



Hoje sabemos o que têm, o que não sabemos se é viável economicamente.
As dificuldades financeiras que vem enfrentando a estatal brasileira fizeram com que tivesse um adiamento nas pesquisas mantendo a incerteza em algo que poderia alavancar o desenvolvimento econômico e financeiro do estado.
 A última notícia que se tem, seria continuar com  parceira da francesa Total.

Enquanto isso, toda população da zona sul do RS permanece aguardando uma solução positiva e afirmativa, espera ser a vez do Rio Grande no Gás e Petróleo, será ?

J.A.

quarta-feira, 8 de janeiro de 2014

Meio século da invenção do laser - fibra óptica - Primeira Parte


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Um belo compilamento sobre o tema, feito por San Andreas para o Papa Cabeça do Adrenaline.

Desde as experiências de Tesla, o homem ficou fascinado com as conseqüências para o bem e para os mal gerados por raios advindos das experiências dos homens e não da natureza. Livros de ficção, filmes e séries de TV sempre indicavam armas e ações envolvendo raios de luz.
Mas trabalho sério neste sentido foi uma complementação de pesquisas de vários cientistas.

O físicos alemães Albert Einstein, Max Planck e Rudolf W. Ladenburg, o físico russo Valentin A. Fabrikant, o físico Americano Willis E. Lamb e o físico francês Alfred Kastler estabeleceram as bases para o desenvolvimento dos MASERs (Microwave Amplification by Stimulated Emission of Radiation) e dos LASERs (Light Amplification by Stimulated Emission of Radiation).
Os princípios e fundamentos teóricos do Maser foram descritos pelos físicos russos Nikolay Basov and Alexander Prokhorov em 1952.

Em 1953, trabalhando de forma independente na Universidade de Columbia, o físico americano Charles H. Townes e os estudantes de graduação James P. Gordon e Herbert J. Zeiger construíram o primeiro Maser.

Em 1958, os físicos americanos Charles H. Townes e Arthur L. Schawlow do Bell Labs publicaram um artigo no jornal da American Physical Society com os princípios e fundamentos teóricos do Laser.

No dia 16 de maio de 1960, no Hughes Research Laboratories, o físico americano Theodore Harold Maiman construiu o primeiro Laser da historia, de estado sólido (ruby) e da cor vermelha (comprimento de onda de 694 nm).

A luz do Laser difere da luz do Sol (que emite luz de diferentes comprimentos de onda, do ultra-violeta ao infra-vermelho), pois tem apenas uma cor (comprimento de onda especifico).
A luz do Laser é concentrada e se move em uma única direção, ao contrario da luz de uma lâmpada que se espalha.

Na luz do Laser, as ondas eletromagnéticas estão em fase, ao contrario da luz de uma lâmpada.
A luz do Laser é coerente, isto é, tem a mesma freqüência (comprimento de onda), fase e direção.



Primeiro Laser da historia - ruby - cor vermelha (comprimento de onda de 694 nm)

Existem vários tipos de Lasers:

" químicos (fluoreto de hidrogênio, etc)
" gás (helio, helio-neônio e CO2)
" estado sólido (ruby, etc)
" excimer (cloro e flúor, misturados com gases nobres: argônio, criptônio ou xenônio)
" corantes orgânicos complexos
" semicondutores (diodo)



Os Lasers tem diversas aplicações:

" Industria de eletrônicos (Lasers semicondutores - diodo): leitores de códigos de 












barra, leitores/gravadores e aparelhos de CD, DVD e Blu-Ray
" Navegação e sistemas de orientação: Giroscópios a Laser
" Telecomunicações: fibras óticas
" Industria metalúrgica (Laser CO2 vermelho): cortes com altíssima precisão de chapas de aço
" Medicina: cirurgia de correção de miopia, etc
" Espectroscopia
" Medição de distancias
" Militar: bombas guiadas a Laser, etc


Lasers tem comprimentos de onda (cores) que vão do ultra-violeta ao infra-vermelho.

A potência varia de alguns mW (aparelhos de CD, DVD e Blu-Ray) até alguns kW (cortadores de chapas de aço).

O Boeing YAL-1 Airborne Laser tem um Laser de 1 Mega Watt. 


O símbolo universal do Laser serve de alerta (assim como o símbolo universal de radioatividade, risco biologico e alta tensão) e está presente em aparelhos de CD, DVD, Blu-Ray, etc.

Lasers de aparelhos de CD/DVD podem cegar e Lasers usados pela industria metalúrgica são muito perigosos, pois cortam chapas de aço de 2 cm de espessura.


Laser de semicondutor (diodo) usado em leitores de CD e DVD

O CD usa um laser da cor infra-vermelha (780 nm)
O DVD usa um laser da cor vermelha (650 nm)
O Blu-Ray usa um laser da cor azul-violeta (405 nm)

Quanto menor o comprimento de onda do Laser, mais informações podem ser armazenadas no disco (por causa da difração), por isso um DVD tem mais capacidade que um CD.

A potencia de leitura do Laser de um aparelho de CD é de 5 mW e de gravação é de 100 mW.
A potencia de leitura do Laser de um aparelho de DVD é de 10 mW e de gravação é de 250 mW.          



Para ler e criar os minúsculos buracos no disco de CD, DVD, é necessário uma lente convergente para focalizar o laser.
Um complexo aparelho depende de uma simples lente de aumento para funcionar!




Cortador CNC a Laser - chapas de aço com alguns cm de espessura são cortadas com alta precisão com um Laser de CO2 de alguns kW de potencia guiado por computador



Lasers dão novo brilho ao polimento de metais


Polimento a laser
Alcançar os pontos mais escondidos não é um problema para a luz. E a luz de um laser com a potência adequada pode fazer um trabalho significativo.

"O feixe de laser funde a superfície do metal a uma profundidade de 50 a 100 micrômetros. A tensão superficial garante que o metal líquido flua uniformemente, solidificando-se sem irregularidades," explica o Dr. Edgar Willenborg, do Instituto Fraunhofer, na Alemanha.
Molde metálico para a fabricação de peças de vidro: a parte inferior do molde foi deixada sem polimento, enquanto a parte superior foi polida com a nova técnica de polimento a laser.[Imagem: Fraunhofer ILT]
http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=lasers-dao-novo-brilho-polimento-metais

A missão Apollo 14 deixou um espelho na Lua e disparando-se pulsos de Laser, mediu-se a distancia da Terra a Lua (comprovando experimentalmente o valor teórico)
Também comprovou-se experimentalmente que a Lua se afasta da Terra 38 mm por ano
Ainda hoje é possível medir a distancia da Terra a Lua através desse espelho




Tipos de Lasers X Comprimento de Onda





Fonte:
Forum Adrenaline - Papo Cabeça - Postado por San Andreas . Um belo trabalho do San que costuma sempre postar assuntos extremamente técnicos e de grande valor para todos.

J.A.



terça-feira, 7 de janeiro de 2014

Toque de humor 32 - Um serviço muito gozado e chorado !

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Bons tempos em que problemas de DST eram tratado com simples antibióticos.

Quando os regionais da Saturnia retornavam de suas regiões, eram muito utilizados em serviços na grande S.Paulo. Certa ocasião um destes técnicos foi designado para realizar uma tarefa importante para a Telesp. 

Tratava-se de fazer a ampliação da rota de micro ondas na Serra do Japi, região de Jundiaí-SP.

Para isso todos equipamentos que precisavam de aceitação, já tinham sofrido testes rigorosos em fabrica, para que no campo fossem dispensados em função da tal operação de guerra.
Chegado o dia, o técnico se dirigiu ao campo de batalha acompanhado de um montador / motorista da empresa.

Como o desligamento da rota de Micro Ondas estava marcado para a 00:00 horas até as 6:00 hs, ele e seu escudeiro saíram no final da tarde de S.Paulo, por volta das 16:00 horas, visando antecipar serviços e adiantar o que fosse possível.
Chegando ao local, encontraram a maior quantidade por metro quadrado de servidores;
Contava ele;
- J.A eram 2 da Saturnia Sistemas de Energia; 04 da Saturnia Baterias; 03 da Telesp da área de Força;03 da Equipe do fabricante do Rádio, 04 da Telesp da área de rádio e 02 motoristas das equipes, num total de 16 neguinhos na minúscula repetidora he.he.he ( Campinas estava ao lado)!

Continuava ele;
- Por volta da 22:00 hs começamos o nosso trabalho, onde desligamos a fonte, deixando tudo pela bateria, fizemos um jampo direto da bateria para o QDCC e retiramos tudo com ajuda do pessoa da Saturnia baterias.
Instalamos a nova fonte e testamos tudo.
O pessoal da Saturnia Baterias instalou novas Estantes para colocar as novas baterias maiores, tiveram que inserir ácido nas baterias seco carregadas que trouxeram, de forma que por volta das 1:00 hs o trabalho estava concluído.
O pessoal do Rádio já tinha tudo instalado e também por volta das 3:00 hs já estavam com tudo pronto e funcionando.
Continuando seu relato;
- Por volta das 3:30 hs saímos todos em comboio e fomos tomar umas cevas na zona de “Viracopos";
- Gente!
 -Realmente era a maior zona do Brasil, parecia uma cidade.
O jovem técnico da Saturnia já se entusiasmou e já arrumou uma bela quenga numa das casas.
Para encurtar a história, quatro dias depois estava no médico querendo saber que corrimento era aquele no companheiro de trabalho. O exame revelaria dois tipos de infecção, era injeção e antibióticos pra todo lado.

Um servicinho muito bem gozado mais chorado no final, este amigo, nunca mais esqueceu.
Este é mais uma causo daquelas!

sexta-feira, 3 de janeiro de 2014

Insalubridade e Periculosidade é a mesma coisa?

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Um assunto que não domino bem, mas que ainda sofro com ele.

Para a Previdência Social brasileira parece que sim.

Ao longo do tempo a Previdência Social vem sofrendo alterações neste tema conforme os entendimentos de governos, principalmente a partir dos anos 60.
Umas mais avançadas, outras mais corporativas exaurindo recursos do tesouro, outras restritivas e até tirando direitos do trabalhador e assim por diante.
Nos dias de hoje as normas do trabalho seguem um caminho paralelo com a previdência na proteção física do trabalhador.
É exigido o “Laudo do PPRA é o Laudo de Insalubridade e/ou Periculosidade e tem origem na legislação trabalhista e visa documentar o resultado das avaliações ambientais, com base nesta legislação. Ou seja: na Portaria 3214/78 em suas NRs 15 e 16 e em seus Anexos. Tem por objetivo averiguar se o empregado segurado tem direito ou não aos adicionais de INSALUBRIDADE E/OU PERICULOSIDADE.”
Já a previdência exige o “LTCAT (Laudo Técnico das Condições Ambientais de Trabalho) tem origem na legislação previdenciária e visa documentar o resultado das avaliações ambientais, com base nesta legislação. Ou seja: no Decreto 3048/99 em seu Anexo IV. Tem por objetivo averiguar se o empregado segurado tem direito ou não a ATIVIDADE ESPECIAL.
O LTCAT tem sua origem na Lei 8213/91 da Previdência Social no primeiro parágrafo do artigo 58, com redação dada pela Lei 9.732 de 11/12/1998, devido à necessidade do INSS em estabelecer critérios de verificação das condições do ambiente de trabalho das empresas para fins da concessão de beneficio da aposentadoria especial.”
Agora que vem o problema a definição de similaridade.
“A aposentadoria. especial, embora seja um direito com previsão na CF/88, infelizmente, desde o ano de 1998 tem sido negada pelo INSS aos  trabalhadores que trabalham em condições especiais que é  o caso, por exemplo, de quem trabalha em empresa de Siderurgia, Mineração, Indústria de Energia Elétrica, Indústrias Petroquímicas, de extração de Petróleo, Ind. Automobilista e outras cujo ambiente é ruidoso e/ou tem agentes nocivo biológico ou químico.

Para se ter uma idéia de  como se tornou difícil obter a aposentadoria especial na última década, o doutor Fernando Gonçalves Dias, especialista em Direito Previdenciário, um dos advogados da Betim Prev,  através de pesquisa feita no site do próprio INSS (www.previdenciasocial.gov.br), a qual foi publicada na Revista especializada em Previdência Social, edição......, concluiu que atualmente é  praticamente impossível conseguir junto ao INSS a concessão da aposentadoria especial, por mais insalubre que seja o ambiente de trabalho do segurado.
Quando um trabalhador vai solicitar a especial é exigido que ele tenha tempo de exposição diário e temporal.
Ora, isso já foi derrubado em vários Tribunais Federais Regionais com pensamento totalmente oposta a Previdência Social.
Enquanto Insalubridade é uma exposição continuado e temporal a agentes nocivos que reduzirão à expectativa de vida do trabalhador a periculosidade é oposta.
A periculosidade ocorre no ato do trabalhador executar sua função laboral, portanto, a temporal. A exposição ao risco ocorre justamente quando for realizar suas funções, podendo sofrer um acidente ou a morte.
Portanto, sendo coisas distintas.
 Um exemplo; um policial sai para trabalhar leva um tiro; Um eletricista vai manusear um cabo energizado e toma um choque, um trabalhador com explosivos, combustíveis e por aí vai...
Mesmo assim até os dias de hoje o INSS continua negando e exigindo do trabalhador que entre na justiça atrás de seus direitos.
Mesmos os trabalhadores do setor elétrico só é permitido se ele for do setor de alta tensão como se o trabalhador não pudesse morrer a levar uma descarga elétrica na tensão Industrial.
Nos dias de hoje se discute muito sobre algum dano físico que uma ERB de celular poderia causar aos moradores da região, a potencia de rádios e celulares. Embora não existam comprovações cientificas claras.
E Quem trabalha nos transmissores de grande potência?
E quem trabalha sujeitos a campos elétricos fortes, como subestações, equipamentos industriais de grande porte, telecomunicações, equipamentos hospitalares são imunes a isso ?
Acho que esta na hora da Previdência soltar uma regulamentação sobre isso baseada nas decisões judiciais e não ficar atrapalhando a vida do trabalhador comprovadamente com seus diretos reconhecidos, muitos, sem tempo de usufruir do descanso de muitos anos de trabalhado.

J.A,






quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

A propósito do tópico anterior

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Faço um comentário sobre frenagens eletro-dinâmicas ( Regeneração de conversores) em ; http://blogdonevesja.blogspot.com.br/2013/10/defeitos-provocados-o-terror-dos_11.html

Uma das aplicações muito utilizadas no uso cotidiano é em elevadores. 
A precisão de parada certa e nivelada, a velocidade de deslocamento irão definir se o acionamento pode ser em AC ( motores de gaiola e conversores de frequencia) ou em Corrente Continua com acionamento CC como comentado.
Existe uma tendencia cada vez maior de se utilizar acionamento AC.
 Porque isso ?
Por problemas de custos dos motores e por problemas ligados a manutenção.  Enquanto os acionamentos eletrônicos tem pequenas diferenças no custo, o mesmo não se pode dizer dos motores e suas manutenções em geral. Um motor similar de corrente continua custa mais que o dobro que de gaiola por exemplo. A manutenção de um motor CC tem que ser feita num oficina especializada e demora um certo tempo para o reparo. Nas condições de criticidade em Industrias sempre tem um de reserva. Já os motores de gaiola podem serem reparados num boa oficina de reparo existente na maioria das cidades.
Vide Vídeo sobre acionamento CA ( Conversores de Frequencia).
A Frenagem já um pouco diferente.
Quando é realizado a frenagem a tensão AC ( Saída do conversor de Frequencia) esta energia  do motor é transferida para o link DC de entrada do conversor, podendo gerar sobretensões e desarmes do equipamento. Para que isso não ocorra é necessário que o conversor tenha dispositivo de frenagem.
O que seria isso ?
Primeiro seria um dispositivo com transistores que insiram resistores de carga ( segundo dispositivo) no link DC para consumir esta energia.
Ao contrario do Conversor CC que devolve a energia de frenagem à rede, o conversor de frequencia precisa consumir ela, como citado acima.

Ainda dentro deste terma.
Uma outra forma seria o aproveitamento desta energia obtida com frenagem e aí vamos nos deparar com palavra novas como Sistema de Recuperação de Energia Cinética ou simplesmente de 

KERS , muito falando na fórmula 1.

A dinâmica é a mesma para KERS eletrônico ( CC ), como exemplo;

Não há apenas um tipo de KERS, e sim vários. A firma italiana Magneti Marelli fornece um sistema eletrônico usado pelas equipes Red Bull, Toro Rosso, Ferrari, Renault e Toyota. Quando o carro freia, uma proporção da força rotacional é capturada por um motor elétrico/gerador (MGU) montado em uma extremidade do virabrequim do motor. Esse MGU converte a energia cinética em elétrica, que então é armazenada em baterias ou capacitores.

Quando o piloto pressiona o botão de impulso, a energia elétrica nas baterias faz o MGU funcionar, fornecendo os 85hp extras para o motor. É possível ouvir isso acontecendo pelas câmeras onboard, quando os giros do motor aumentam repentinamente durante alguns segundos, principalmente nas saídas de curva. O diagrama abaixo detalha o sistema da Marelli, e a foto seguinte mostra o MGU. Cada equipe tem uma especificação ligeiramente diferente do MGU - todas um pouco menores do que a exibida aqui, mas a construção é idêntica.
A dinâmica seria de um acionamento CC. quando se freia o veiculo o peso e a velocidade dele fazem com que o motor seja empurrado para a frente, funcionando como um gerador ou dínamo. Esta energia então,carrega  baterias ou o banco de capacitores.
Quando o piloto resolve utiliza-la pressiona um botão que vai acionar este motor CC no mesmo sentido de deslocamento do carro. Isso gera uma potencia adicional por alguns instantes.
Existem vários dispositivos de KERS., mas este complementa o que estamos explanando.

http://www.autoracing.com.br/f1-como-funciona-o-kers/

Mais um tema, espero, interessante.