"Peço aos amigos que deem uma clicada nos reclames acima, na lateral direita ou inferior da página. Assim estarão ajudando este blogueiro a manter a página e receber algum do Google".
O futebol ao longo dos
tempos sempre teve bons goleiros e até aqueles fora de série, muitos virando
lendas no futebol, como Lev Yashin da Russia (o Aranha Negra), Sepp
Maier da Alemanha, O goleiro Inglês Gordon Banks, o brasileiro Gilmar dos
Santos Neves entre muitos outros.
O futebol evoluiu, desde que a
Holanda apresentou aquele futebol, genial em 1974 com uma inovação não só no
esquema , mas no jeito de jogar, com muita posse de bola, marcação no campo
adversário, troca de posições entre jogadores, exigiu uma nova postura do goleiro. Com um grande espaço entre o meio campo e a goleira era necessário um
novo posicionamento do goleiro, jogando adiantado.
Vídeo explicativo da
Laranja Mecânica:
Este mesmo estilo foi apresentado pela Ajax tradicional
clube Holandês logo em seguida e atualmente pelo Barcelona para onde foram
treinadores e jogadores holandesas e que,
o Clube Catalão, abraçou este estilo de jogo, tornando-o seu.
Graças a seu treinador atual Guardiola,oriundo do
Barcelona, que acabou aplicando no
Bayern de Munique o mesmo estilo e esquema de jogo.
Poderemos citar que a Seleção Espanhola também joga neste
estilo.
Era notório que os goleiros precisariam aprenderem a
jogarem com o pés para sustentarem o rápido e trépido futebol, sendo um ponto seguro para as bolas recuadas e um líbero nos contra ataques adversários.
Por incrível que
parece coube a goleiros da América
inovarem nesta arte.
Os goleiros Jorge Campos do México, Higuíta da Colômbia,
Chilavert do Paraguai e Rogério Ceni do S. Paulo foram exemplos de habilidade em
jogar com os pés.
Mas faltava algo a mais, não bastava só o goleiro saber
jogar com os pés era necessário que todo um sistema defensivo de um time de
futebol se preparasse para jogar com um goleiro linha como no futesal.
Abro um parentese:
“O Futesal sofreu atualizações na regra em em 1990 com aumento da área de atuação do
goleiro, proibição de atrasar bolas com as mãos e para o goleiro foi permitido
que chutasse contra a área adversaria, que pudesse sair de sua área desde que
jogasse com os pés.
Ele veio completar a evolução no futebol iniciado em 74
pela Holanda e para isso, seus companheiros defensivos tem fator importante. Se
observa tanto no Barcelona como na Seleção Alemã e também no Bayern que os jogadores de defesa quando
atrasam a bola se posicionam para receberem de forma a não deixarem seu goleiro em apuros.
Os zagueiros se deslocam para a linha de fundo, os laterais
e meio campistas procuram os espaços
vazios nos lados e meio para receberem a bola de volta. Uma coisa que os
goleiros da América não tinham nos seus tempos. Os zagueiros atrasavam a bola e
deixavam que eles se virassem e muitas vezes surgiam situações desastrosas. Me vem em mente a lambança de Higuita fez perante Roger
Milla. Vídeo abaixo;
Jorge Campos parecia um irresponsável, muitas vezes se
lançava ao ataque e abandonava o gol, tal era sua habilidade com os pés.
Neuer, não é infalível de vez em quanto tem algum
acidente, mas é o exemplo típico do goleiro moderno, que serve com desafogo
para os defensores quando estão apertados pelos adversários.
Agora entendo porque
o treinador atual da Seleção
brasileira e treinador de goleiros Cláudio Taffarel colocaram Jeferson na
reserva. Tanto ele , quanto Marcelo do Grêmio e Victor do Atlético Mineiro são
muitos ruíns no trato da bola com os pés. Já o Goleiro do Inter Alísson e do Corínthias Cássio tem mais
intimidade com a bola e não a chamam de Dona ou Senhora.
Vídeo do melhor goleiro da atualidade.
Goleiros modernos uma evolução da
escola Holandesa de praticar um futebol
total, em que, todo time que apostar em muita posse de bola no seu estilo de jogar futebol ,vai ter que olhar com carinho o treinamento dos seus goleiros.
"Peço aos amigos que deem uma clicada nos reclames acima, na lateral direita ou inferior da página. Assim estarão ajudando este blogueiro a manter a página e receber algum do Google".
A
presidenta brasileira é versada em frases de efeito, algumas confusas, outras
sem sentido e outras chegam a causarem até “meme" na internet com aquela
de armazenar o vento.
É
mais provável que a iminente presidenta brasileira no caso,tenha escorregado num tema
muito técnico que não domina.
É
muito provável que devesse dizer amazenamento de energia, assim ficaria bem
claro dentro das pesquisas atuais neste seguimento.
Por exemplo na energia solar algumas usinas que utilizam o vapor ( água aquecida por espelhos projetados para aquecerem tubulações e destas para caldeiras), poderiam até depois do por do sol, continuarem a gerar energia por algum tempo.
Agora no setor eólico tem algumas novidades publicadas pela revista eletrônica Inovação Tecnológica.
A primeira publicada na edição de 27/11/2015 com o tema :
Especial Armazenar o Vento , tecnologia que deve serem levadas a sério.
Especial Armazenar o vento: Bateria Orgânica com Água.
Protótipo da bateria de fluxo orgânica, baseada apenas em materiais não tóxicos.[Imagem: Eliza Grinnell/Harvard Paulson School]
Bateria orgânica
Kaixiang Lin, da Universidade de Harvard, nos EUA, desenvolveu um novo tipo de bateria recarregável que pode tornar o armazenamento de eletricidade a partir de fontes de energia intermitentes, como a solar e a eólica, segura e barata, tanto para uso residencial como comercial.
Na operação da bateria, os elétrons são coletados e liberados por compostos químicos seguros, de baixo custo e abundantes - carbono, oxigênio, nitrogênio, hidrogênio, ferro e potássio - dissolvidos em água.
Os componentes ativos dos eletrólitos na maioria das baterias de fluxo são íons de metais como o vanádio dissolvido em ácido sulfúrico. Além de serem caros, corrosivos e difíceis de lidar, esses materiais são cineticamente lentos, o que talvez explique porque um conceito tão promissor quanto o das baterias de fluxo ainda não tenha sido largamente adotado.
Geração distribuída de energia
No ano passado, a mesma equipe havia apresentado uma bateriade fluxo orgânica na qual os metais foram substituídos por moléculas orgânicas (baseadas em carbono) chamadas quinonas, substâncias químicas naturais e abundantes, essenciais em processos biológicos como a fotossíntese e a respiração celular.
Mas as quinonas formavam apenas metade da bateria, seu eletrodo negativo, enquanto o lado positivo dependia de um eletrólito de bromo. Esse metal é usado em várias outras baterias, sendo razoável seu uso em ambiente industrial, por pessoal qualificado.
Mas a toxicidade e a volatilidade do bromo depõem contra seu uso em ambientes residenciais, rumo à geração distribuída de energia, na qual painéis solares ou turbinas eólicas residenciais geram durante o dia a energia que a família usará à noite.
Ferrocianeto
Agora, a equipe finalmente conseguiu substituir o bromo por íons de um ferrocianeto não-tóxico e não- corrosivo.
"Isso soa mal porque tem a palavra 'cianeto',", pondera o professor Michael Marshak. "O cianeto é letal porque se liga muito firmemente ao ferro do corpo humano. No ferrocianeto ele já está ligado ao ferro, por isso é seguro. Na verdade, o ferrocianeto é comumente usado como aditivo alimentar e também como fertilizante."
"Esta é a química que eu ficaria feliz em colocar no
meu porão," disse seu colega Michael Aziz. "A não-
O Segundo artigo se refere a Bateria de Fluxo Térmica.
Especial Armazenar o vento: Bateria de fluxo térmica, artigo publicado em 26/11/2015.
Em termos conceituais, toda a energia produzida pode ser armazenada indefinidamente e utilizada mais tarde. [Imagem: Kelvin Randhir/Universidade da Flórida]
Armazenamento termoquímico
Nathan Rhodes, da Universidade Estadual do Oregon, nos EUA, descobriu uma nova abordagem para o armazenamento de energia térmica solar concentrada, uma abordagem que reduz o custo e torna o mecanismo mais prático para uso em larga escala.
O avanço é baseado no armazenamento termoquímico, no qual uma reação química é usada em ciclos repetitivos para manter o calor, dirigi-lo para acionar turbinas e gerar energia e, em seguida, reaquecer o material para continuar o ciclo.
O armazenamento termoquímico lembra uma bateria, na qual ligações químicas são utilizadas para armazenar e liberar energia, mas a diferença essencial é que a transferência de energia é baseada no calor, e não na eletricidade.
Bateria térmica
O sistema se baseia na decomposição reversível do carbonato de estrôncio em óxido de estrôncio e dióxido de carbono, o que consome energia térmica (carregamento). No ciclo de uso da energia (descarregamento), a recombinação do óxido de estrôncio e do dióxido de carbono libera o calor armazenado.
Em comparação com outras técnicas, o novo sistema tem a vantagem de permitir um aumento de 10 vezes na densidade de energia, tornando o equipamento muito menor e mais barato.
"Nesse tipo de sistema, a eficiência energética está estreitamente relacionada com o uso das temperaturas mais elevadas possíveis," explica o professor Nick Auyeung. "Os sais fundidos que estão sendo usados hoje para armazenar energia termossolar só funcionam a cerca de 600º C, e também requerem grandes recipientes e materiais corrosivos. O composto que estamos estudando pode ser utilizado a até 1200º C, e pode ser duas vezes mais eficiente que os sistemas existentes.
E os materiais não são corrosivos e nem inflamáveis, e estão disponíveis industrialmente a custo razoável.
Mais ciclos
Em termos conceituais, por este processo toda a energia produzida pode ser armazenada indefinidamente e utilizada mais tarde, quando a eletricidade for necessária. Alternativamente, uma parte da energia poderia ser utilizada imediatamente e o restante direcionado para armazenamento e uso posterior.
Em testes em escala de laboratório, o sistema funcionou bem por 45 ciclos de aquecimento e resfriamento, quando então o material começou a apresentar alterações químicas que reduziram sua eficiência.
O primeiro protótipo é pequeno, mas sua robustez (10.000 ciclos) entusiasmou a equipe a construir uma versão maior.[Imagem: Anne Guenther/FSU] .Bateria orgânica
Uma equipe de pesquisadores da Universidade Friedrich Schiller de Jena, na Alemanha, desenvolveu um sistema que usa polímeros orgânicos e uma solução salina inofensiva para armazenar energia.
O sistema é voltado para o armazenamento temporário de fontes intermitentes de energia, como a solar e a eólica, que geram energia demais num momento, e de menos em outro.
"O que é novo e inovador na nossa bateria é que ela pode ser fabricada a um custo muito menor, e quase atinge a capacidade dos sistemas tradicionais que usam ácidos e metais," disse o professor Martin Hager, coordenador da equipe.
Durante um longo tempo, as baterias de fluxo - também conhecidas como sistemas redox - foram desenvolvidas utilizando o metal vanádio dissolvido em ácido sulfúrico como eletrólito. Ocorre que o vanádio é extremamente caro, e o ácido sulfúrico altamente corrosivo.
Bateria redox sem ácidos
Nesta bateria redox construída pela equipe alemã, são utilizados materiais sintéticos. A estrutura central lembra o isopor (poliestireno), no qual grupos funcionais foram adicionados para permitir que o material aceite ou doe elétrons.
Os polímeros literalmente "nadam" em uma solução aquosa, sem necessidade de ácidos agressivos.
"Assim, conseguimos usar uma membrana de celulose simples e barata e evitar materiais tóxicos e caros," disse Tobias Janoschka, principal projetista do sistema.
Nos primeiros testes, a bateria redox de fluxo suportou 10.000 ciclos de carga e descarga com uma perda mínima de capacidade.
O quarto, se refere a Fluxo de lítio, publicada em
30/11/2015.
A tecnologia possui uma inusitada junção de elementos sólidos e líquidos, uma novidade nas baterias redox. [Imagem: C. Jia et al. - 10.1126/sciadv.1500886]
Tecnologia matadora
Se existe uma tecnologia "matadora" para as baterias de fluxo, ela consiste na incorporação da tradicional tecnologia das baterias de lítio nos fluxos eletroquímicos que permitem armazenar energia em tanques.
Isto porque as baterias de lítio têm uma densidade de energia muitíssimo mais elevada do que qualquer bateria de fluxo demonstrada até hoje, incluindo as mais desenvolvidas - mas muito problemáticas - baterias redox de vanádio.
Pois o feito acaba de ser realizado por Chuankun Jia, da Universidade Nacional de Cingapura, cuja equipe construiu a primeira bateria de fluxo redox usando o lítio como elemento principal do ciclo eletroquímico que armazena a energia.
Bateria de fluxo de lítio
Jia manteve a arquitetura geral de uma bateria de fluxo, com tanques de armazenamento de cargas separados por uma pilha central de eletrodos, responsáveis por armazenar e depois recuperar a eletricidade.
Mas, no interior dos tanques externos, ele usou compostos de lítio em estado sólido, um contendo um material comumente usado no polo negativo das baterias de íons de lítio, chamado fosfato de ferro- lítio (LiFePo4), e o outro contendo dióxido de titânio (TiO2), frequentemente usado no polo positivo das bateria de lítio.
Os líquidos foram mantidos no papel de transportadores de carga - os chamados mediadores redox. Os materiais sólidos são porosos o suficiente para permitir que os mediadores redox líquidos os atravessem e capturem elétrons e íons de lítio, levando-os para a membrana de separação.
A equipe ainda modificou o material comumente usado como membrana nas baterias de fluxo, chamado Nafion, combinando-o com outro polímero que permite que os íons de lítio passem mais facilmente.
Bateria redox sólido-líquida
E essa configuração sólido-líquido inusitada para uma bateria de fluxo funcionou. E funcionou bem, armazenando 10 vezes mais energia por volume nos tanques do que as baterias tradicionais de vanádio - a densidade de energia chegou a 500 Watts-hora por litro.
A novidade trouxe novo ânimo para os pesquisadores da área, que agora devem se debruçar na melhoria dos detalhes que faltam para viabilizar a adoção prática da bateria de fluxo de lítio.
O principal desafio a ser vencido é que, embora
armazene muita energia, a nova bateria libera essa