segunda-feira, 13 de outubro de 2014

Laser descobre 'Atlântida' perdida em selva

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Uma tecnologia utilizada por varias áreas do conhecimento como, por exemplo; geologia, engenharia, analise de terremotos e movimentação do solo, navegação em geral entre outras.
A técnica passou a ser utilizada também por arqueólogos e o resultado tem sidos fantásticos tecnologias que deixariam qualquer Indiana Jones no chinelo.
Vamos falar a verdade: Indiana Jones era um arqueólogo muito ruim. Ele destruía seus sites arqueológicos e era mais propenso a matar seus colegas do que escrever um trabalho com eles – sem falar naquele chicote (cientificamente inútil).

Independentemente disso, “Os Caçadores da Arca Perdida”, que celebra seu 30º aniversário em junho, inspirou uma geração de cientistas. E os arqueólogos modernos, felizmente, aprenderam com os erros de Jones.

Hoje, a utilização de tecnologia avançada, tais como imagens de satélite, mapeamento a laser, robôs e scanners, é o que configura o mundo da arqueologia.
Essas inovações permitiram que os arqueólogos descobrissem pirâmides enterradas a partir do espaço, criassem mapas 3D de antigas ruínas maias, explorassem destroços de navios romanos e encontrassem doenças em múmias de 3.000 anos de idade.

A maior parte do novo kit de ferramentas arqueológicas vem de outras áreas como biologia, química, física ou engenharia, bem como dispositivos comerciais que incluem GPS, computadores portáteis e smartphones.

Os cientistas comparam o novo campo de exploração arqueológica com o da medicina. Eles precisam dessas ferramentas, assim como os médicos precisam fazer raios-X e tomografias antes de operar uma pessoa.

 “Se cavamos um site para achar algo, acabamos o destruindo”, diz David Hurst Thomas, curador de antropologia do Museu Americano de História Natural, em Nova York. “A tecnologia nos permite descobrir muito mais sobre ele antes de desenterrá-lo”, completa.

Os arqueólogos têm aproveitado essas ferramentas para encontrar antigos locais de interesse mais facilmente do que nunca. Eles podem cavar com maior confiança e menos danos colaterais, aplicar técnicas de laboratório recentes para antigos artefatos humanos ou restos mortais, e identificar melhor quando as pessoas ou objetos existiram no tempo.

Uma das revoluções é com os satélites. A egiptóloga Sarah Parcak usou imagens de satélite para observar 10 metros abaixo do deserto egípcio e descobriu 17 pirâmides desconhecidas e mais de 1.000 túmulos. As imagens também revelaram ruas e casas enterradas da antiga cidade egípcia de Tanis (site arqueológico bem conhecido que foi destaque em “Os Caçadores da Arca Perdida”).

Mesmo imagens de satélite comuns, usadas pelo Google Earth, ajudam. Muitos dos sites antigos egípcios foram enterrados em arquitetura de tijolos de barro que se desfazem ao longo do tempo e se misturam com a areia. Quando chove, o solo com tijolos de barro mantém a umidade por mais tempo e aparece em fotos de satélite descolorido.

Ferramentas como o radar de penetração no solo também podem ajudar os arqueólogos a evitar destruição de dados preciosos enquanto escavam sítios arqueológicos. Magnetômetros podem distinguir entre metais, pedras e outros materiais enterrados baseado em diferenças no campo magnético da Terra, e levantamentos de resistividade do solo detectam objetos com base em mudanças na velocidade da corrente elétrica.

Uma vez que os objetos ou os ossos vêm à tona, os arqueólogos podem levá-los a laboratórios forenses que impressionam qualquer agente CSI. Tomografias computadorizadas (TC) comumente usadas na medicina revelam até artérias obstruídas de uma antiga princesa egípcia mumificada há 3.500 anos.

Olhar para as razões de diferentes elementos, chamados isótopos, em ossos de povos antigos também pode revelar o que eles comeram. Os detalhes da dieta podem incluir se a pessoa preferia alimentos como milho ou batata, ou se curtiam carne.

Assinaturas químicas similares podem dizer onde os humanos cresceram. Arqueólogos identificaram a origem de dezenas de soldados encontrados em uma vala comum de 375 anos na Alemanha; eles foram capazes de descobrir que alguns vieram da Finlândia, outros da Escócia.

Os arqueólogos têm muitas outras novas ferramentas na caixinha. A técnica de mapeamento a laser usada em ruínas maias, chamada LIDAR (em inglês, Light Detection And Ranging), tornou-se uma norma para a arqueologia: os robôs começaram a explorar pirâmides e cavernas, bem como naufrágios.

A tecnologia é brilhante, mas os arqueólogos garantem (e adoram) que ela não vai eliminar a necessidade de escavar muito em breve. “É uma constante em arqueologia; você tem que escavar e explorar”, afirma Sarah Parcak.

A novidade da semana passada foi a publicação de um achado feito por pesquisadores australianos usando esta tecnologia.
A BBC Brasil publicou o titulo deste tópico com repercussão em toda imprensa.

Angkor Wat - Atlântida perdida em Selva no Camboja.



A tecnologia da Lidar revelou a cidade original de Angkor, as linhas vermelhas indicam os traços modernos incluindo estradas e canais. Foto: Khmer Archaeological LiDAR Consortium (KALC)

 Nas profundezas da selva do Camboja encontram-se os restos de uma vasta cidade medieval que permaneceu escondida até o século 19.
Agora, técnicas modernas de arqueologia estão revelando os segredos dessa cidade misteriosa: uma rede intrincada de templos, largas avenidas e sofisticadas obras de engenharia. E, mais incrível ainda, os arqueólogos encontraram na região uma outra cidade, ainda mais antiga - uma verdadeira "Atlântida" em plena selva do Camboja.
Em abril de 1858, um jovem explorador francês, Henri Mouhot, velejou de Londres para o sudeste da Ásia. Durante três anos de viagens, ele pesquisou e identificou exóticos insetos da floresta que ainda hoje carregam seu nome.
Patrimônio Mundial da UNESCO - Templo de Angkor Wat.
Mouhot morreu em Laos, em 1861, vítima de uma doença contraída na selva. Muito provavelmente, o nome do explorador teria caído no esquecimento. No entanto, um diário de viagem escrito por ele, narrando suas aventuras, foi publicado dois anos mais tarde.
O livro conquistou o público não apenas por conta de suas representações de aranhas e outros insetos. O diário de Mouhot também continha vívidas descrições de templos invadidos pela floresta, apresentando ao mundo, em todo o seu esplendor, a cidade medieval perdida de Angkor, no Camboja.
"Um desses templos, um rival do templo de Salomão, erguido por um Michelangelo da Antiguidade, mereceria lugar de honra ao lado das nossas mais belas construções. É mais grandioso do que qualquer obra deixada para nós pelos gregos ou romanos", ele escreveu.
As descrições de Mouhot ajudaram a firmar, na cultura popular, a poderosa fantasia de exploradores às voltas com templos esquecidos.
Hoje, o Camboja é famoso por essas ruínas. A maior, Angkor Wat, construída por volta de 1150, continua sendo o maior complexo religioso do planeta, cobrindo uma área quatro vezes maior do que a Cidade do Vaticano.
A cidade medieval atrai dois milhões de turistas por ano e ocupa lugar de honra na bandeira do Camboja.

Atlântida da Selva

Em 1860, no entanto, Angkor Wat era conhecida apenas por monges e moradores da região. E eles não tinham a menor idéia de que esse grande templo havia sido cercado, um dia, por uma cidade com quase um milhão de habitantes.
Foi necessário quase um século de exaustivos estudos arqueológicos de campo para completar o mapa. Aos poucos, a cidade perdida de Angkor começou a ressurgir, rua após rua. Ainda assim, restavam várias lacunas em branco.
No ano passado, arqueólogos anunciaram uma série de novas descobertas sobre Angkor. E disseram ter encontrado uma cidade mais antiga ainda, escondida mais além, nas profundezas da floresta.
Uma equipe internacional, liderada pelo arqueólogo Damian Evans, da Universidade de Sydney, Austrália, tinha mapeado 370 km quadrados em torno de Angkor com uma precisão de detalhes absolutamente sem precedentes. Um feito impressionante, tendo em vista a densidade da floresta e a presença de minas remanescentes da guerra civil no Camboja. Mais notável ainda, o mapeamento foi feito em apenas duas semanas.
O segredo da equipe australiana chama-se Lidar, uma tecnologia que está revolucionando a arqueologia, especialmente nos trópicos.
Embutido em um helicóptero que sobrevoou toda a selva do Camboja, o sistema Lidar emitiu um milhão de raios laser a cada quatro segundos, registrando minúsculas variações na topografia do solo.
Os arqueólogos encontraram traços da cidade entalhados no chão da floresta, com templos, ruas e elaborados aquedutos distribuídos pela região.
"Você tem essa espécie de revelação quando coloca os dados na tela pela primeira vez e lá está, essa cidade antiga, com absoluta clareza, bem na sua frente", disse Evans.
As novas descobertas transformaram profundamente nossa compreensão de Angkor, a maior cidade medieval do mundo.
No seu apogeu, no final do século 12, Angkor era uma metrópole que cobria 1.000 km quadrados. (Para se ter uma ideia, Londres só alcançou esse tamanho 700 anos depois.)
Angkor foi a capital do poderoso império Khmer que, sob o comando de reis guerreiros, dominou aquela região durante séculos. Seu território cobria o que hoje entendemos como Camboja, Vietnã, Laos, Tailândia e Mianmar. Mas suas origens ainda eram mistério.
Inscrições indicavam que o império havia sido fundado no início do século 9 por um grande rei, Jayavarman Segundo, e que a primeira capital, Mahendraparvata, ficava em montanhas a nordeste do ponto onde Angkor seria, mais tarde, construída.
Phra Sav Ling Povn, palácio do rei leproso, perto de Angkor Wat, por volta de 1930
Mas ninguém sabia ao certo - até a chegada da equipe australiana.
Uma análise da área com o auxílio da nova tecnologia revelou tênues vestígios de templos desconhecidos e uma elaborada rede de avenidas, diques e lagos artificiais - uma "Atlântida" na selva.
Mais impressionante ainda foram evidências de obras de engenharia hidráulica de grande escala identificadas pelos sensores - uma marca registrada do império Khmer.
No final do século 9, quando a capital foi transferida para um ponto mais ao sul, onde fica Angkor, engenheiros Khmer já eram capazes de armazenar e distribuir grandes quantidades de preciosa água recolhida durante a estação das monções por meio de uma rede complexa de canais e reservatórios.
A capacidade de armazenar água permitia estabilidade nos suprimentos de alimentos e enriqueceu a elite Khmer
Durante os três séculos seguintes, essa riqueza financiou a maior concentração de templos da Terra.
Um destes, o Preah Khan, construído em 1191, continha 60 toneladas de ouro. Hoje, essa material valeria US$ 3,3 bilhões.

Declínio

Mas apesar de toda essa riqueza, Angkor não foi capaz de derrotar um inimigo inclemente: o clima.
No momento em que o programa de construção de templos atingia seu pico, a rede hidráulica, vital para a sustentação da cidade, começou a sofrer por falta de manutenção.
Variações climáticas dramáticas no final da Idade Média levaram ao declínio de Angkor
No final da Idade Média houve variações dramáticas de clima no sudeste asiático.
Amostras de troncos de árvores registram flutuações repentinas entre secas extremas e chuvas torrenciais. E o mapa produzido pelo sistema Lidar revela os danos catastróficos que as inundações provocaram.
Sem esse mecanismo vital de sustentação, Angkor caiu em declínio e jamais se recuperou.
No século 15, os reis Khmer abandonaram a cidade e se mudaram para a costa. Lá, construíram uma nova cidade, Phnom Penh, atual capital do Camboja.
Quando Mouhot chegou, encontrou apenas os grandes templos de pedra, muitos, em ruínas.
Praticamente todo o resto - de casas populares a palácios reais, feitos de madeira - havia apodrecido.
A metrópole que um dia existira em torno dos templos tinha sido devorada pela floresta.
 Fontes:





J.A.

terça-feira, 7 de outubro de 2014

Possível apagão energético para o final de 2014 assusta no Brasil-Quarta Parte

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Após a última publicação neste blogger em 24/07/2014 ,
,
 algumas mudanças climáticas minoraram o problema mas

 não foram o suficiente para resolver o problema relatado. 

Poderemos adiar seguindo o senário, mas ele será inevitável

caso não volte a chover regularmente nas regiões mais 

afetadas.

Naquele senário relatado anteriormente tinha-mos o

 seguinte:

O nível dos reservatórios das hidrelétricas no subsistema Sudeste/Centro-Oeste, o principal do País, está em 36,03%, segundo dados do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), referentes ao dia 4 de julho - não há menção dos números de domingo, como ocorre tradicionalmente. Na segunda-feira passada, o mesmo índice apontava armazenagem equivalente a 36,40%. Duas semanas atrás, o indicador estava em 36,78%, sempre considerando números referentes ao dia anterior.
Com as Usinas de Ilha Solteira e 3 Irmãos praticamente consideradas paradas no sistema Tietê-Paraná.  Três Irmãos ainda enfrentou um processo de privatização dos serviços operacionais.
Consórcio Novo Oriente é formado pela Fip Constantinopla, com 50,1% de participação, e Furnas, com 49,9%
http://exame.abril.com.br/brasil/noticias/aneel-homologa-leilao-da-usina-hidreletrica-tres-irmaos
Na Região Sul, o nível dos reservatórios continuaram a subir e chegou a 97,16%. Na segunda-feira passada, o porcentual estava em 93,56%. Duas semanas atrás, estava em 89,04%.
No Nordeste, a situação atual é de 35,90%, abaixo dos 36,71% da semana passada e dos 37,73% da semana anterior. Já na Região Norte, o índice está em 91,07%, levemente inferior aos 91,58% da semana passada e também abaixo dos 92,21% da semana anterior.

Recentemente a ANEL publicou em seu site o nível dos reservatórios 

Região sudeste:
Vejam que no Rio Paranaíba, os lagos de Nova Ponte, Itumbiara e São Simão estão perigosamente abaixo de 20 %.
No Rio Grande , A preocupação maior é para o lago Marimbondo que esta com 15%.
No Paraná /Tietê como falamos , as Usinas de Ilha solteira e 3 Irmãos estão zeradas.
As Usinas localizadas no Rio Paranapanema parecem estarem com alguma reserva, ainda.

Situação dos Principais Reservatórios do Brasil - 06/10/2014

REGIÃO SUDESTE / CENTRO-OESTE (situação atual 24.57%)

Rio Parnaíba

37,92% da regiãoEmborcação(10,82% da região)27.32%
Nova Ponte(11,39% da região)16.68%
Itumbiara(7,89% da região)16.92%
São Simão(2,54% da região)17.27%

Rio Grande

25,73% da regiãoFurnas(17,42% da região)20.8%
Mascarenhas de Moraes(2,18% da região)40.3%
Marimbondo(2,72% da região)15.84%
Água Vermelha(2,22% da região)24.14%

Rio Paraná

3,07% da regiãoIlha/3 Irmãos(3,07% da região)0%

Rio Paranapanema

5,81% da regiãoJurumirim(2,00% da região)24.52%
Chavantes(1,63% da região)35.84%
Capivara(1,95% da região)66.03%
Outras
(27,53% da região)


Na Região Nordeste :

O Lago de Tres Marias no Rio são Francisco já esta com 

apenas 4,75%, ou seja , logo também será desativada. A 

usina de Itaparica já esta com o volume de apenas 18,8 %.

REGIÃO NORDESTE (situação atual 21.02%)

Rio São Francisco

96,86% da regiãoSobradinho(58,20% da região)28.67%
Três Marias(31,02% da região)4.75%
Itaparica(6,62% da região)18.82%
Outras
(3,14% da região)
Na Região Norte:

Também preocupa o nível baixo de Tucuruí ,mas como a 

região não costuma ter uma seca tão prologada como esta 

ocorrendo na Região sudeste, se espera  a sua

 recuperação normal.


REGIÃO NORTE (situação atual 40.44%)

Rio Tocantins

96,17% da regiãoSerra da Mesa(43,68% da região)33.34%
Tucuruí(51,53% da região)30.93%
Outras
(0,16% da região)
A Região Sul :

Parece ser o diferencial, todos lagos estã praticamente no

máximo e alguns a poucos dias tiveram que acionar 

comportas para baixar o alto nível.

REGIÃO SUL (situação atual 88.41%)

Rio Iguaçu

50,93% da regiãoS. Santiago(16,30% da região)97.17%
G. B. Munhoz(30,39% da região)80.51%
Segredo(2,29% da região)99.17%

Rio Jucuí

16,08% da regiãoPasso Real(15,02% da região)93.22%

Rio Uruguai

29,77% da regiãoPasso Fundo(8,72% da região)99.79%
Outras
(3,22% da região)


O que também esta garantindo um estabilidade para o 

sistema foi a construção de mais linhas de transmissão, 

garantindo mais caminhos e deixando o sistema mais 

estável .
O Fato é ,que os riscos continuam e só a volta das chuvas a

 região sudeste deixarão todos mais  tranquilos.

Por exemplo; Em S. Paulo continua o problema com as 

barragens do sistema Cantareira que já não tem água e 

estavam utilizando o chamado volume morto que é a água 

empossada no meio das barragens. Agora se preparam para

utilizar um segundo volume morto conforme reportagem no

 link  abaixo:

http://g1.globo.com/sao-paulo/noticia/2014/10/acao-judicial-tenta-impedir-uso-integral-da-2-cota-do-volume-morto.html


Por outro lado a seca já atinge também o Rio Paraíba do Sul

 o principal manancial de água potável que alimenta o Rio 

de Janeiro.

 Vejam a reportagem no link do G1 abaixo;

http://g1.globo.com/bom-dia-brasil/videos/t/edicoes/v/desmatamento-seria-causa-de-seca-no-rio-paraiba-do-sul/3678958/

Chuvas na última semana de Setembro/2014 :

O Clima Tempo alerta que a sazonalidade das chuvas 

avançam até 2015, o que acarreta num determindado 

momento as chances de apagões e a continuidade da falta

  d'água nas regões já atingidas se estendo de forma 

geral naquelas áreas.
"O tempo vai ficar mais seco nos próximos dias. A  previsão é de que São Paulo tenha pouca ou nenhuma chuva pelo menos por mais 10 dias. Até o dia 21 de outubro, três frentes frias devem passar pelo litoral paulista, mas só a terceira frente fria, por volta dos dias 17 ou 18 de outubro, deve ter força para trazer chuva volumosa para o Cantareira.
A animação mostra a previsão de chuva para o Sistema Cantareira para os próximos 15 dias. A área das diversas represas que compõem o Cantareira esta desenhada em roxo. A cor branca indica ausência de chuva."
Link abaixo;
https://www.youtube.com/watch?v=VLxB4SPkL2Q&list=PL0ECDFED2D4CFF599
http://www.climatempo.com.br/destaques/category/portal-climatempo/seca/

Um senário ainda sombrio e nada confortável, que venham 


 as chuvas...


Fontes:


J.A.